Mostrando postagens com marcador Ciência e Educação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ciência e Educação. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Animais não humanos cometem suicídio?


Ao contrário do que muitas pessoas acreditam, os animais não são capazes de cometer suicídio. Eles apenas agem por instinto em algumas situações.

O ato do suicídio requer uma reflexão que os animais não podem fazer. Essa capacidade é exclusiva dos seres humanos, única espécie inteligente da Terra. Segundo os cientistas, o homem é o único animal capaz de tirar sua própria vida de forma intencional.

Existe um mito antigo que afirma que o escorpião se pica de forma suicida ao ser colocado dentro de um círculo de fogo, mas isso não é verdade. O que acontece é que o escorpião morre desidratado por causa do calor e da falta de orientação.

Por instinto, alguns animais deixam seus filhotes os devorarem para garantir a sobrevivência da espécie. Outros bichos apresentam algumas atitudes ainda mais extremas. Confira:

https://www.sorteiefb.com.br/tab/promocao/361642
Clique no banner e inscreva-se gratuitamente. Leia o regulamento!

Louva-a-deus – Essa espécie é conhecida pelo sacrifício do macho. Depois de acasalarem com as fêmeas, os machos são devorados. Após a cópula, a fêmea come o macho para ficar nutrida e garantir o desenvolvimento das crias que serão gestadas.

Baleias – Essa espécie costuma encalhar nas praias. Segundo cientistas, fatores como doenças, poluição do mar e ruídos intensos podem gerar uma confusão nas baleias e provocar o acidente.

Aranha europeia – Essa espécie vive na costa mediterrânea da Europa. O animal alimenta os filhotes regurgitando comida para eles. A mãe tem o instinto de dar a vida para garantir a sobrevivência da cria.

Fonte: R7

quarta-feira, 25 de junho de 2014

O que é a barreira do som e como um avião a quebra?


O som se propaga no ar em ondas concêntricas, como faz uma pedra ao cair em um lago. A barreira do som é o limite de velocidade em que um avião pode se deslocar no ar sem atropelar as ondas sonoras emitidas por ele mesmo. A velocidade do som no ar é de 340 metros por segundo (1.200 km/h), aproximadamente. À medida que o avião acelera, essas ondas vão se juntando e ficando como que empilhadas à sua frente, como uma série de barbantes entrelaçados. Quando o avião finalmente consegue superar a velocidade das ondas, rompe esse cordão imaginário. "No momento em que a velocidade do som é ultrapassada, ouve-se um estrondo. É a isso que chamamos romper a barreira do som", diz o físico Carlos Luengo, da Unicamp. Uma vez rompida a barreira, não há mais estrondos, pois, embora as frentes de ondas continuem a se propagar, elas vão ficando para trás e o vôo prossegue totalmente silencioso. O primeiro vôo supersônico foi realizado em 14 de outubro de 1947, pelo americano Chuck Yeager, pilotando um Bell X-1. De acordo com Luengo, os primeiros aviões a ultrapassar a barreira faziam isso em queda livre.



Fonte: Mundo Estranho

quinta-feira, 19 de junho de 2014

10 perguntas e respostas sobre o corpo humano

10. Por que nós temos impressões digitais?

Apesar todo mundo saber como as impressões digitais são úteis, por serem únicas e nos fornecerem um sistema de identificação infalível, a ciência não tem certeza absoluta de por que elas existem. Alguns cientistas têm projetado modelos de computador elaborados para determinar como elas se formam, mas, apesar de entenderem como crescem, não nos dão uma compreensão sobre a razão evolucionária da existência dessa característica. Alguns pesquisadores, contudo, podem estar mais perto de um avanço.

Para entender porque as impressões digitais existem, eles foram estudar casos de pessoas com uma desordem genética muito rara, chamada adermatoglifia, que afeta apenas algumas famílias em todo o mundo e cujos portadores não têm impressões digitais. Além do efeito colateral incomum de suar um pouco menos, essas pessoas parecem não ser nem mais nem menos saudáveis ​​do que todos os outros.

Os pesquisadores estão esperançosos de que, estudando essas famílias e seus genes, eles possam finalmente resolver o mistério evolutivo de impressões digitais.

9. O que os “lactobacilos vivos” fazem?

Se você vive neste planeta, provavelmente já viu algum comercial que usa a palavra “lactobacilo” para persuadir mais consumidores. No caso do famoso Yakult, porexemplo, a marca anuncia que o produto tem “lactobacilos vivos”, destinados a melhorar sua saúde de uma maneira geral. Enquanto isso soa como algo inovador, a verdade é que os lactobacilos são um tipo de boas bactéria já que vivem em todo o seu intestino. E, estranhamente, os fabricantes de produtos como o Yakult não dizem o que especificamente essas culturas vivas podem fazer em prol da sua saúde. E a razão pela qual ninguém anuncia um benefício específico é que ninguém realmente sabe quais eles são. Os lactobacilos vivos certamente não fazem mal nenhum, mas os cientistas estão apenas começando a desvendar os benefícios que eles podem trazer à nossa saúde. Eles suspeitam que se puderem determinar a finalidade de todas as várias bactérias boas que vivem em seres humanos, eles poderiam ser capazes de responder a todos os tipos de outras questões e tratar muitas doenças. Resolver esse enigma provavelmente será uma longa jornada.


Polícia investiga imagens de cadeirantes que se levantaram durante jogos da Copa


De um lado, a escassez de ingressos comuns oferecidos pela FIFA. Do outro lado, o grande número de ingressos especiais sobravam nas bilheterias. Os ingressos especiais contemplam deficientes, cadeirantes, obesos, pessoas com mobilidade reduzida, estudantes e idosos. Além do grande número desses ingressos, os mesmos também eram vendidos a preços menores do que os ingressos comuns.

Esta situação acabou gerando uma série de acontecimentos duvidosos dentro do estádio, tais como torcedores com aparência de trinta anos portando ingressos para idosos, carteiras de estudante falsas e até mesmo cadeirantes que se levantavam durante comemorações nas partidas.

A 32º DP Itaquera reuniu cerca de vinte e duas imagens de circuitos internos e dez imagens fornecidas por torcedores que presenciaram as cenas inusitadas e vem investigando o caso desde então.

sábado, 7 de junho de 2014

Carla Pimentel, vereadora evangélica do PSC e de uma cara de pau sem tamanho

Vejam os marcadores dessa postagem! Educação, Política e Religião. Três marcadores que não deveriam estar na mesma postagem, mas que infelizmente é algo comum no Férias do Clark.

A nova pérola dos evangélicos inseridos na política vem de Curitiba, Paraná. Lá, a vereadora Carla Pimentel (foto) é mais um(a) político(a) evangélico(a) que em vez de se preocupar com questões de interesse de toda a comunidade, empenha-se em impor a sua religião a todos.

A diferença entre ela e outros parlamentares que usam o seu mandato para evangelizar é que Pimentel, certamente julgando-se esperta, subestima a inteligência da população.

É o que ela mostrou ao apresentar projeto de lei que, se aprovado, sugere à prefeitura que adote a leitura da Bíblia nas escolas públicas, em caráter obrigatório, e particulares, em caráter opcioonal. Em desprezo ao discernimento alheio, ela negou o óbvio, que o projeto não tem nenhum cunho religioso, porque se trata apenas de uma iniciativa “educacional”.

Apesar de possuir alguns registros históricos, a Bíblia está longe de ser uma fonte histórica confiável em sua plenitude. Diferentemente dos livros de história redigidos por acadêmicos da área.

Vereadora pelo PSC, Carla Pimentel é missionária. Sua página no site da Câmara Municipal informa que é neta do pastor José Pimentel de Carvalho, um dos fundadores das Igrejas Evangélicas Assembleias de Deus do Paraná.

O projeto de lei é, obviamente, inconstitucional porque nenhuma instância de governo pode beneficiar direta ou indiretamente crença religiosa. Esse é o caráter da laicidade do Estado brasileiro, o qual deve ou deveria ser obedecido por todos, a começar pelos detentores de cargos políticos, para dar exemplo.

Na argumentação do projeto, a “educadora” Pimentel se contradiz. Ao mesmo tempo que afirmou que a leitura da Bíblia em sala de aula nada tem a ver com religião, ela disse que proibi-la aos estudantes é “uma intolerância [religiosa] que leva ao preconceito e a um ato de discriminação”.

O projeto de lei precisa ser aprovado por comissões temáticas da Câmara para chegar ao plenário e ser votado. Se for aprovado, terá de ser sancionado pelo Executivo.

Independentemente disso, Pimentel já está concorrendo ao troféu Cara de Pau. 

Adaptado de: Paulopes

Por que temos a sensação de que o tempo está passando mais depressa?


Há várias hipóteses para o fenômeno, mas a mais aceita aponta que essa sensação está relacionada à quantidade enorme de informações e experiências a que estamos sujeitos atualmente.

Quando experimentamos alguma coisa pela primeira vez, mais dados são armazenados em nossa memória, pois tudo é novidade. Isso rola, por exemplo, quando vamos pela primeira vez ao sítio de um amigo. Como não sabemos o caminho, nossos sentidos ficam mais ligados, absorvendo cada detalhe do trajeto. Nas outras vezes que voltamos lá, já conhecemos a rota e parece que ela encurtou, como se a primeira ida tivesse demorado mais.

O mesmo vale para a nossa vida em geral - uma vez que muitas experiências são repetição do que já vivemos antes. Outra hipótese está associada à idade de cada pessoa. Para um jovem de 12 anos, por exemplo, chegar aos 18 parece levar uma eternidade - afinal, os seis anos de diferença correspondem a metade do tempo já vivido pela pessoa. Já para alguém que está na casa dos 60 anos, os mesmos seis anos representam apenas 10% de sua vida. Por isso, em geral a sensação de que o tempo está voando fica mais forte à medida que envelhecemos.

Por fim, há ainda quem afirme que, como vivemos num cotidiano cada vez mais acelerado, impulsionado pelos avanços tecnológicos, estaríamos nos distanciando de um suposto ritmo biológico natural, mais lento. Esse descompasso é que daria a impressão de que o tempo está passando mais depressa.

Fonte: Mundo Estranho

sábado, 26 de abril de 2014

5 hipóteses que possibilitariam a viagem no tempo


Viajar através do tempo, assim como voar, é um dos desejos mais antigos da humanidade. Da fantasia para a realidade, a ciência investiga cuidadosamente a possibilidade das viagens no espaço-tempo. As teorias atuais mais plausíveis são embasadas pelas seguintes hipóteses:


Viagem através de um buraco negro

A Física descreve os buracos negros como máquinas do tempo naturais. Sabe-se que essas singularidades são capazes de influenciar o tempo e diminuir a sua velocidade como nenhuma outra força conhecida. Na hipótese de uma missão tripulada, uma volta em torno de um buraco negro duraria 16 minutos para o comando de base na Terra. Para os astronautas no espaço, a missão de circular sua órbita teria durado apenas 8 minutos.


Cordas cósmicas

Teoricamente, estas cordas são a representação de uma série de defeitos hipotéticos sobre o tecido do espaço-tempo. De acordo com a física, através dessas anomalias seria possível criar curvas para voltar no passado. Na prática, isso significa construir uma máquina do tempo. A convergência de duas cordas juntas poderia proporcionar uma série de curvas fechadas de tempo, semelhante a um buraco negro. A teoria afirma que bastaria calcular com precisão o movimento para uma nave espacial mover-se até qualquer momento da história.


Matéria exótica

A matéria exótica é definida pela física como aquilo que não atende a uma ou mais das leis da natureza, como no caso da massa ou energia negativa. Enquanto a matéria ordinária não pode interagir com as partículas que viajam mais rápido do que a luz, a energia ou a massa negativa da matéria exótica poderia. Se tal coisa acontecer, então seria possível deformar o espaço-tempo para abrir caminho até túneis que interligam o universo, ou possibilitar o surgimento de motores de dobra capazes de acelerar partículas que poderiam exceder a velocidade da luz. Em suma, a matéria exótica permitiria a criação de uma máquina do tempo.


Vácuo em forma de anel

Não há necessidade de sair garimpando matéria exótica, é possível simplesmente aproveitar o vácuo no espaço. O cientista israelense Amos Ori afirma ter resolvido o problema de viajar no tempo. É isso mesmo: a sua máquina hipotética poderia ser construída por civilizações avançadas de 100 ou 200 anos a nossa frente. A máquina de Ori é baseada nas teorias de Albert Einstein, que dizem que o espaço pode ser curvado em forma de anel para criar um campo de gravidade capaz de arrastá-lo para o próximo espaço-tempo. Matematicamente, é mostrado que cada período de tempo é inscrito dentro do seu campo de gravidade, de modo que seria possível calcular como chegar a cada momento desejado.


Cilindro Tipler

Em 1974, o físico Frank J. Tipler desenvolveu um cilindro rotativo hipotético com uma alta densidade e comprimento infinito. Segundo seus cálculos, se o cilindo girar em seu próprio eixo com uma velocidade próxima à da luz, conseguiria criar uma força gravitacional extrema o bastante para regressar ao passado.

Fonte: Seu History

domingo, 20 de abril de 2014

Como funciona a hibernação dos ursos?


Para enfrentar o frio e a escassez de alimentos do inverno do hemisfério norte, eles tiram o time de campo, passando um tempo sem beber, comer, urinar e defecar. No caso dos ursos-negros, esse período varia entre cinco e sete meses por ano. Segundo uma pesquisa da Universidade do Alasca divulgada em fevereiro, o metabolismo dessa espécie fica reduzido a 25% de sua capacidade, a temperatura do corpo baixa em média 6 ºC e a frequência cardíaca cai de 55 para só nove batimentos por minuto! A queima da gordura estocada no corpo libera a água e as poucas calorias de que ele necessita para sobreviver. Também acontece uma reciclagem de componentes nitrosos, como a ureia. Combinados com a glicerina resultante do uso da gordura, esses dejetos formam aminoácidos que ajudam a manter as proteínas corporais.

Saiba como o bicho se prepara para sumir do mapa por até sete meses.

Atividade normal

Esse é o período "tranquilo", quando o clima está favorável, há alimento disponível e o metabolismo do animal funciona em 100% da capacidade. Em geral, começa ao final do primeiro mês da primavera e vai até a metade do verão.

Hiperfagia

O nome já diz tudo: é hora de comer bastante! Desde o meio do verão até um pouco mais da metade do outono, os ursos-negros com acesso ilimitado a alimento bebem pelo menos 30 litros de água por dia e estocam calorias (enquanto o gasto calórico continua o mesmo de antes).

Transição de outono

Começam a diminuir o metabolismo para a hibernação. Comem menos que na hiperfagia, mas o consumo de água e a urinação seguem em alta. Os batimentos cardíacos caem de cerca de 80 por minuto para cerca de 50 (e, durante as 22 horas diárias de sono, chegam a 22 por minuto).

Hibernação

Pode chegar a sete meses. Durante o período, o consumo de calorias diárias, extraídas da gordura acumulada na hiperfagia, cai para entre 4 e 6 mil. O metabolismo é reduzido a 25%. Até a entrada de oxigênio é muito reduzida: em geral, o urso respira só uma vez a cada 45 segundos.

Hibernação ambulante

Sabe quando você acorda e ainda está meio grogue? Imagina após dormir por meses! Por cerca de 20 dias, os ursos mantêm o metabolismo abaixo da capacidade total, embora a temperatura do corpo já volte ao normal. É o período de ajuste antes de retornar à vida regular.

Cafofo animal

Eles hibernam sob as raízes ou na base de uma grande árvore, debaixo de um rochedo ou em uma toca que cavam no solo, com ao menos 0,5 m de altura e quase 1 m de comprimento. O chão e o fundo são forrados com ramos de vegetação. Nas regiões muito frias, montam a toca em um ponto onde caia muita neve para aumentar o isolamento térmico. E costumam voltar ao mesmo abrigo todo inverno.

Cada um por si

Ursos são essencialmente solitários, exceto na época de acasalamento. Ou quando as ursas prenhas dão à luz, geralmente durante a hibernação. Elas ficam na toca com os filhotes (entre três e seis) durante todo o inverno, amamentando-os. Após a hibernação, cuida deles até os 2 anos. Depois disso, os pequenos têm que se virar para conseguir alimento e montar o próprio abrigo.

E no zoológico?

Longe do habitat natural, bicho perde o ciclo.

Ursos em cativeiro dificilmente hibernam, já que, dependendo do lugar, não faz frio e sempre há alimento disponível. Aliás, por esse mesmo motivo, o panda não hiberna nem na natureza: seus brotos de bambu não escasseiam com a mudança das estações. E, como vivem no alto das montanhas, caso o frio aperte, basta procurar uma temperatura mais amena em altitudes mais baixas.

domingo, 9 de fevereiro de 2014

O que é o chiado (ronco) do gato?

Muitas pessoas mais velhas já devem ter lhe dito que gatos "passam" para as pessoas "chiados de peito", uma forma de dizer doenças respiratórias. Tal informação equivocada deixa pessoas em pânico quando veem gatos com aquele peculiar "chiado".

Não se preocupe! Esse chiado nada mais é do que o RONRONAR (ronroar, ronrono ou ronrom). Trata-se somente de uma forma de comunicação, assim como o miado. Geralmente os gatos fazem isso quando estão confortáveis, felizes e se sentindo bem, contudo em casos mais raros também podem fazer quando estão passando mal ou com dor.

Portanto, quando um gatinho fazer esse "chiado" perto de você, é bem possível que ele esteja te dizendo que gosta de estar próximo a ti. Faça um carinho, dê atenção. Jamais o maltrate ou expulse para longe por isso. Você não corre riscos.

Como eu disse no parágrafo acima, em alguns casos, ele pode também estar te pedindo socorro. Fique atento ao comportamento e se perceber que ele está muito amuado, procure um veterinário.

Divulgue! Vamos acabar com o preconceito contra esses animais.




Artigo original. Sua reprodução é livre independente da citação da fonte.

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Como preservar a saúde e integridade física de seu gatinho

Vivemos em um país ainda amordaçado por ignorantes que mantem e propagam ideias absurdas sobre felinos. Brasileiro acha que porque ele prefere um tipo de animal de estimação, geralmente cães, os gatos são inimigos e devem ser trucidados. Por isso muitas pessoas fazem maldades atrozes contra esses animais, pois os julgam traiçoeiros e, pasmem, até mensageiros das trevas por serem animais de hábitos noturnos (a Idade Média mandou um abraço!).

Enfim, para evitar que seu animalzinho caia nas mãos de gente estúpida, não se esqueça de castrá-lo. Pode parecer uma covardia, mas isso deixará seu animalzinho mais dócil e domesticado, evitando assim que eles saiam de casa e sejam vítimas da estupidez humana. Isso também evita a superpopulação, a maior causa de abandonos de animais. Além disso, cerque o recinto com telinhas em janelas e sacadas. Faça isso e terá seu amiguinho por longos e felizes anos.


Leia também:

Alimentos que você nunca deve dar aos seus animais de estimação
Esporotricose: entenda a doença e acabe com os mitos
10 maneiras de ajudar gatos e cachorros de rua
Dar animal de presente é um erro


Artigo original.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Com 3.500 anos, astrologia é a mais antiga pseudociência

Por John Thomas para North Texas Skeptics


A astrologia é quase certamente a mais antiga e mais disseminada de todas as pseudociências. Suas origens podem ser traçadas até a primeira metade da dinastia de Hamurábi na Babilônia cerca de 3.500 anos atrás.

Em sua forma moderna a astrologia assegura que as posições dos planetas solares na época do nascimento de um indivíduo são de alguma forma correlacionadas com sua personalidade, atividades, preferências e mesmo eventos maiores da vida (acidentes, casamentos, divórcios, etc.).

Não há concordância geral entre os astrólogos de como ou por que isto pode ocorrer. Tampouco há concordância sobre quais posições planetárias precisamente levam a quais características ou experiências específicas. É quase certo que se consultarmos dois astrólogos nenhum dos dois irá fazer o horóscopo de um indivíduo com precisamente os mesmos resultados. As previsões que resultam são freqüentemente tão vagas que de qualquer forma é impossível fazer a verificação.

A astrologia é melhor compreendida quando se estuda como ela começou. Como muitos povos urbanos e agrícolas, os babilônios tinham um panteão de muitos deuses. Eles também tinham uma ciência bem desenvolvida de astronomia observacional, que servia aos mais altos propósitos utilitários como o de proporcionar um calendário, épocas de plantio e de colheita, épocas de festivais religiosos, etc. Neste esquema observacional cada planeta era importante, e os sacerdotes cuja tarefa era fazer as observações nomeavam os planetas com o nome dos deuses de seu panteão — Marduk, Isthar, Nergal, etc.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Alimentos que você nunca deve dar aos seus animais de estimação


Saiba quais são os alimentos proibidos para animais de estimação, não se renda às carinhas pidonas dos seus bichos, cuide bem do que eles comem e tenha um animal saudável.

Quem foi que nunca deu o resto de alguma comida ao seu animal de estimação, atire a primeira pedra. Bom, é muito comum as pessoas darem aos seus animais comidas de humanos, como doces, salgados, pedaços de carne, entre outros. Claro que o seu cãozinho não vai ficar doente de uma hora para outra, mas não é nada bom você ficar acostumando esses animais a ingerirem alimentos que não são adequados a sua saúde e é claro que não será apenas uma vez que você daria essa comida a ele.

Alguns alimento provocam uma série de problemas, como diarreias, quebra de dentes e contaminação por bactérias, entre outros.

Abaixo vai uma lista com os alimentos que são mais comuns de serem dados aos animais domésticos e que deveriam ser proibidos a eles.

sábado, 25 de janeiro de 2014

Esporotricose: entenda a doença e acabe com os mitos

Leia com atenção!

Nos últimos dias a população, sobretudo do Rio de Janeiro, está sendo bombardeada com notícias alarmistas sobre a esporotricose. Há inclusive um folder da prefeitura com a cara de um gato estampando e atribuindo aos felinos o aumento dos casos. De fato, a doença pode ser classificada como uma zoonose (doença que pode ser transmitida ao Homem por animais), mas o simples fato de ela poder ser transmitida por animais não significa que essa é a forma mais comum de contágio.

O problema é que a imensa maioria das notícias está reproduzindo esse erro e está atribuindo aos gatos a responsabilidade pelo aumento dos casos.

Essas notícias são alarmistas, pois os governos e órgãos de saúde preferem exagerar no prognóstico e assim manter a população em alerta. É simples o raciocínio, se deixam as pessoas preocupadas, elas ficarão mais atentas ao problema. Mas isso está fazendo muitas pessoas abandonarem gatos, mesmo os não contaminados.

Há portanto dois erros. Abandonar um animalzinho não contaminado e principalmente, abandonar um animal doente e largá-lo a própria sorte ao invés de tratar a doença, difundindo assim o agente causador da doença.

O que é esporotricose?

Essa doença é causada por um fungo, o Sporotrix schenckii, que encontra-se instalado na vegetação, onde tem madeiras podres, e entra no organismo através de rupturas na pele causadas por gravetos, espinhos e outros. É uma doença ocupacional que pode atingir pessoas do campo, que manipulam rosas por exemplo. Também chamada "Doença do Jardineiro" é difundida por todos os continentes, principalmente em locais de clima úmido. Portanto, é mais comum a pessoa se contaminar através de plantas do que através dos gatos.

E se você encontrar um gato doente ou o seu gato ficar doente? 

EXISTE TRATAMENTO! Ele é realizado com medicamentos a base de itraconazol.

ELA TEM CURA! Tanto em gatos, como em cães e humanos. Vejam abaixo a evolução do tratamento em um gato.

Não abandone seu animal! É uma das maiores agressões a que um ser vivo domesticado pode estar sujeito.

Esporotricose: a culpa NÃO é do gato! DIVULGUE!!!

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Rolezinho de c* é rola!

Convocação aos "excluídos" retirada da internet

O grito dos excluídos!!!

Excluídos de que? Do consumo? Talvez nem eles saibam explicar, afinal de contas ir ao shopping nunca foi um problema para eles. Comprar um "mizunão de mil real"? Tampouco! Um movimento que se molda pela ostentação...

A questão sobre o Rolezinho é a seguinte:

Os sociólogos de buteco afirmam que é um movimento dos excluídos etc... Mas até onde eu sei, os "excluídos" podem ir ao shopping a hora que quiserem. As roupas "de marca" que suam mostram isso. 

O que talvez os ineptos não saibam é que ir ao shopping, pode. Só não pode é juntar 5, 6 mil pessoas e ficarem fazendo baderna em uma local privado, mas de interesse público. Questão de ordem meramente.

Raciocine comigo. Imagine você no corredor de um shopping. Agora imagine 5 a 6 mil jovens negros correndo no corredor de um shopping e cantando alto neste mesmo corredor. Vai te incomodar?

Agora imagine 5 a 6 mil jovens brancos correndo e cantando alto neste mesmo corredor. Vai te incomodar?

A mim, ambos incomodariam, de modo que não é questão cor de pele ou classe social, mas de comportamento.


O problema é que eles não querem ir ao shopping, querem invadir, perturbar, levar sei lá quantas mil pessoas só pra tumultuar. Querem aparecer ou "causar" como eles mesmo falam.

Coitadismo impera aqui no Brasil. Como não há razão ou motivo justificado para uma coisa tão ridícula, começam a aparecer os defensorzinhos dos direitozinhos dos humanozinhos e a molecada começa a dar uma de coitadinhos. Que são favelados, pobres, negros, não sei o que mais, que sofrem preconceito e por ai vai. Isso é fruto de um governo que incentiva a malandragem, uma ditadura de "minorias" e de pais ausentes, que transferiram para o professor a premissa da educação de berço, sem contudo dar ao mesmo o devido respaldo para isso. Ai do professor que chamar a atenção de um aluno por mau comportamento hoje em dia. Se bobear, vai até preso! 

Cadê a ordem? Respeito? Os meninos estão indo ao shopping fazer arruaças e os pais nem estão sabendo. E quando sabem, acham bonitinho. Falta de umas borrachas nas costas...



Moram em apartamentos, usam roupas de marca, jogam playstation e são "os excluídos"!

E as rolezeiras? Conhece? Não esquenta! Daqui 9 meses você vê o resultado.


Rolezinho? ROLAzinho!


Artigo original. Sua reprodução é livre desde que seja incluído o link ativo:

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Mapa Mundi, uma mentira conveniente


A grande maioria das pessoas não faz a mínima ideia que a forma visual que tem do mundo e dos seus territórios e mapas está completamente errada e manipulada. Muitos alegam ter-se tratado de uma 'necessidade' lógica para permitir facilidade de visualização, mas outros esfregam na cara da sociedade que esta mentira é propositada para diminuir o poder aparente do hemisfério sul e dar destaque ao grande ocidente controlador do eixo EUA/Europa.

O mapa acima é baseado na projeção de Mercator e é o Mapa do Mundo aceito e distribuído. Mais do que isso, é o mapa utilizado para ensinar os habitantes do globo de uma forma completamente errada salientado pontos completamente errados e levando a conclusões defeituosas da percepção do planeta.

A projeção de Mercator foi apresentada em 1569 pelo cosmógrafo e cartógrafo belga Gerard de Kremer ou Cremer (em latim, Gerardus Mercator), através de um grande planisfério medindo 250cm x 128cm, constituído por dezoito folhas impressas separadamente. Tal como em todas as projeções cilíndricas, os meridianos e paralelos são representados por segmentos de reta perpendiculares entre si e os meridianos são paralelos. Essa geometria faz com que a superfície da Terra seja deformada na direção leste-oeste a medida que maior for a latitude.

Na projeção de Mercator, o espaço geográfico entre os meridianos adjacentes aumenta com a longitude, de modo que a deformação (na direção sul-leste) é acompanhada por idêntica deformação na direcão norte-sul. Como consequência, a escala do projeto aumenta também com a latitude, tornando-se infinita nos pólos, o que impede a sua representação. Tratando-se de uma projeção conforme, a escala não varia com a direção e os ângulos são conservados em torno de todos os pontos. Em particular, as áreas são fortemente afetadas, transmitindo uma imagem irreal da geometria do planeta.


Por exemplo, a Groenlândia é representada com uma área idêntica à da África, embora ela seja, na realidade, muito menor e a este fenômeno cartográfico chamou-se o Problema Groenlândia. Não será difícil ver o quão conveniente é este 'problema'; onde de forma psicológica e subliminar as áreas de dominação colonial aparecem francamente reduzidas se comparada com as áreas de poder dominante (Europa). Tudo isto permite dar uma imagem do mundo onde a Europa é o centro e parece bem maior do que na realidade é. Este eurocentrismo cartográfico acaba por beneficiar indiretamente a posição americana perante o mundo de igual forma.

Sabia que na realidade o hemisfério norte possui
49 milhões de km² enquanto o hemisfério sul
100 milhões de km²? Compare com a realidade
cartográfica acima!

Sabia que a Europa possui apenas 9,4 milhões
de km² enquanto a América do Sul chega aos
18,1 milhões de km²? Consegue ver que o
continente sul-americano é duas vezes
maior do que a Europa no seu mapa?

Compare agora a ex-União Soviética com o
continente africano e veja se o seu mapa
consegue demonstrar a realidade: a África
possui 30 milhões de km² e a ex-USSR
possui apenas 22,5 milhões de km²...

Como curiosidade, compare os reais 9,5 milhões
de km² da China com os diminutos 2 milhões de
km² da Groenlândia neste mapa e aceite
como correto.

O nome e as explicações fornecidas por Mercator no seu planisfério Nova et Aucta Orbis Terrae Descriptio ad Usum Navigatium Emendate ("Nova e aumentada descrição da Terra, corrigida para uso em navegação") mostram que este foi expressamente concebido para uso da navegação marítima. Embora o método de construção não seja conhecido, é provável que Mercator tenha utilizado um processo gráfico, transferindo alguns segmentos de loxodromia, previamente marcados num globo, para um círculo geográfico, e ajustando posteriormente o espaçamento entre paralelos de modo a que aqueles segmentos fossem representados por segmentos de recta. A projeção de Mercator constituiu um notável progresso na cartografia náutica do século XVI. Contudo, pode ter surgido antes de tempo, já que as limitações inerentes aos métodos de navegação então praticados impediam o seu uso efetivo. Dois problemas principais concorriam para tal: a impossibilidade de determinar a longitude no mar e o fato de se continuar a utilizar as direções magnéticas indicadas pela bússola, em vez de usar as direções geográficas. Só em meados do século XVIII, após a invenção do cronômetro marítimo (que possibilitou a determinação da longitude no mar) e o conhecimento da distribuição espacial da declinação magnética à superfície da Terra, a projeção de Mercator foi definitivamente adotada pelos navegadores.


Eis acima a Projeção de Peter, que apresenta os tamanhos reais, as distâncias reais e que se fosse ensinado daria uma imagem completamente diferente do mundo aos estudantes. Esta projeção consegue mostrar todas as áreas de acordo com o seu tamanho real fornecendo comparações reais num eixo real. Aqui todas as linhas norte-sul são verticais possibilitando que os pontos geográficos possam ser precisos em relação direta. De igual forma as linhas este-oeste são paralelas e o relacionamento de qualquer ponto nesse mapa e a sua distância do equador real permite determinar distâncias com exatidão.

Com este realismo poderemos com facilidade atribuir justiça às nações e aos povos do globo, em especial neste complexo e interdependente mundo em que vivemos nos dias de hoje. As missões de ajuda internacional utilizam já a Projeção de Peter, servindo para mostrar a verdadeira dimensão dos países emergentes. Além deles, a Projeção de Peter, é já usada por muitas organizações mundiais mas continua no segredo dos deuses para o público em geral. E por quê?


Fonte: Arquivo Misterioso

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Brasil, o país do futuro... que nunca chega!

Li a notícia de que os técnicos do Inpe vinham tendo problemas em contactar o caríssimo (160 milhões de reais) satélite CBERS-3 após este ter sido lançado em parceria com a China.

Pois é, nem temos tecnologia para efetuarmos nós mesmos o lançamento. Argumentarão sobre o acidente em Alcântara. OK, mas é assim? Ocorre um acidente, morrem técnicos e perdemos a capacidade? Onde está a tecnologia já desenvolvida? As mentes?

Reflexo de um país que pensa que pode, mas que coloca assistencialismo acima de educação, ciência e tecnologia.

Li uma reportagem tempos atrás que mostra os três produtos que mais exportamos para a China e os que mais importamos.

Exportamos: petróleo, minério de ferro e soja. Importamos: produtos químicos e maquinário.

Ainda estamos parados lá nos anos 80.

Até a Índia já tá desenvolvendo tecnologia para explorar Marte, por exemplo!!!

Ai alguém pergunta? "Marte!? Dinheiro jogado fora com tanta gente passando fome etc..." Só que imaginem os recursos que podem existir lá. Será igual nas grandes navegações. Quem chegar toma posse e usufrui.

No BRICS só não perdemos em tecnologia para a África do Sul... ainda...

Não há segredo, a Europa pós guerra, Japão e Coreia do Sul já mostraram a receita. Para um país se desenvolver deve-se usar um tripé.

1 - investir em pesquisa e tecnologia para fortalecermos a indústria nacional.

2 - paralelamente investir em educação para suprir a demanda de mão de obra especializada que essa nova indústria terá.

3 - o terceiro já é uma consequência. Indústria mais forte igual a mais empregos e mais dinheiro no mercado fortalecendo o comércio também. Com isso a distribuição de renda ocorrerá naturalmente.

Mas isso não dá voto.

Pelo visto, esse país não tem jeito... teremos que nos conformar.
 

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Criacionismo versus Evolucionismo: quando ideias religiosas tentam se passar por ciência

Por Carlos Orsi para Galileu

 Está em andamento, aqui no Brasil, mais uma tentativa de dar um verniz de respeitabilidade científica ao velho criacionismo, a ideia de que os seres vivos da Terra não evoluíram de forma natural, mas foram magicamente criados pelo Deus judaico-cristão-islâmico. Nas redes sociais, volta e meia pipocam convites para eventos, em escolas e universidades, com palestrantes comprometidos com a tese.

Para evitar confronto direto, no caso de instituições públicas, com as leis que proíbem o uso de recursos do Estado para a promoção de ideias religiosas – e, também, para mais facilmente seduzir os incautos – os organizadores costumam evitar menções explícitas ao criacionismo, a Deus ou à religião em seu material de divulgação, mas as entrelinhas sempre revelam o verdadeiro objetivo: promover o ideário criacionista como uma “alternativa científica” à Teoria da Evolução.

Em termos espirituais, é claro que cada um é livre para crer no que quiser. Mas quando ideias religiosas tentam se passar por ciência, um pouco de ceticismo vem a calhar.

Em ciência, uma “teoria” é um conjunto articulado de explicações bem testadas que dá conta de uma ampla série de fenômenos. Por exemplo, a Teoria da Relatividade Geral explica coisas como o movimento dos planetas em torno do Sol e a expansão do universo.

No parágrafo acima, é importante dar ênfase especial à expressão “bem testadas”: toda teoria nasce como hipótese – uma proposta de explicação para algum fato conhecido – e se consolida à medida que permite entender coisas que, para as hipóteses concorrentes, são mistérios; e também à medida que faz previsões que se confirmam.

A Evolução das Espécies é um caso clássico de teoria bem consolidada: ela não só dá conta dos fatos tal como eram conhecidos no tempo de seus autores, Darwin e Wallace – por exemplo, a adaptação das espécies a seus ambientes – como ainda permitiu entender fenômenos sem explicação clara naquela época, como extinções. E previu, certeira, não só que a Terra deveria ser muito mais velha do que se imaginava no século 19, como também que todos os seres vivos têm um ancestral comum, algo magistralmente confirmado mais de cem anos depois, graças aos avanços da biologia molecular no século 20.

Em comparação, o criacionismo, quaisquer que sejam seus méritos como doutrina religiosa, funciona muito mal como hipótese científica: ou ele não prevê nada (afinal, supõe-se que Deus pode fazer o que quiser do jeito que quiser, enquanto que a ciência, para prever, pressupõe causas naturais amarradas por leis e limitações) ou só faz previsões fracassadas (como a de que a Terra teria surgido há poucos milhares de anos).

A vacuidade científica da tese criacionista leva seus cultores a atacar a evolução. É uma manobra típica de quem, sabendo que não tem nada a oferecer, tenta dar a impressão de que o adversário também é vazio, estabelecendo, assim, uma falsa equivalência.

Mas a evolução não é uma hipótese vazia: é uma teoria bem consolidada, que sobreviveu a inúmeros testes e que, se estivesse errada, teria sido desmentida, nos últimos 150 anos, pela geologia, pelo registro fóssil, pela biologia molecular. Só que não foi.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Os 10 equívocos mais comuns sobre os Neandertais

1 – Os neandertais não podiam falar, eles se comunicavam apenas por grunhidos

Por um longo tempo acreditou-se que os neandertais não podiam falar como os humanos e que a anatomia das suas gargantas lhes restringia a capacidade de comunicação verbal. Porém, em 1983, cientistas descobriram um osso hioide neandertal em uma caverna de Israel (o osso hioide é parte do mecanismo vocal ), idêntico ao dos humanos modernos. Isto significa que a capacidade de fala deles, pelo menos fisicamente, era idêntica à nossa. Não há razão para acreditar que eles não tenham desenvolvido uma forma básica de linguagem falada.



quinta-feira, 3 de outubro de 2013

10 maneiras de ajudar gatos e cachorros de rua

Muitas pessoas ainda veem animais como seres inferiores, contudo ao utilizarmos uma abordagem biológica, essa denotação cai por terra, uma vez que os tetrápodes (anfíbios, répteis, aves e mamíferos, grupo onde estão incluídos cães, gatos e humanos) possuem sistemas nervosos complexos que os permitem sentir, assim como nós, sede, fome e dor.

A falta de educação e conhecimento, além da maldade, faz com que as pessoas cometam atrocidades contra os animais que não teriam coragem de cometer com outros seres humanos. Os gatos são os principais alvos de uma sociedade estúpida que em pleno século XXI ainda propaga lendas medievais atribuídas a esses animais. Tidos como traiçoeiros, vivem sendo vítimas, principalmente, de envenenamento, mas quem realmente conhece sabe o quanto estes animais podem ser dóceis, carinhosos e amigos (lembramos que envenenar gatos é crime: Lei Federal 9.605/98 / Decreto 24.645/34). (Leia também: Como evitar toxoplasmose durante a gravidez? A culpa é do gato?)


Em menor escala, mas também vítima da estupidez humana vem os cães. Nesta balança ainda cabem os demais grupos.

Vale ressaltar que o abandono é uma das maiores agressões a que um animal está exposto. Muitas pessoas ainda acham que animais são objetos, o que acaba dando a eles status de presente. Mas lembremos que trata-se de uma vida, sendo portanto, algo que requer muita responsabilidade. É muito bonitinho dar um filhotinho de qualquer animal, mas lembre-se que não é um objeto e que esse animal irá crescer. Essa é a fase em que ocorre grande parte dos abandonos. (Leia também: Dar animal de presente é um erro)

Cena triste. Cachorro é abandonado em estrada e corre atrás do carro do(a) autor(a) da barbárie.
Imagem retirada da internet, motivo pelo qual a placa do carro encontra-se borrada.
Se dependesse de mim, seria mostrada.

Uma outra causa é o excesso de prole. Uma medida simples para reduzir o abandono é a castração. Atualmente, quase todas as cidades possuem programas gratuitos de castração de animais. O raciocínio é lógico, sem prole indesejada, sem animais sendo jogados nas ruas ou sendo simplesmente mortos. Em Belo Horizonte as castrações são feitas nos Centros de Controle de Zoonoses e não são destinadas apenas aos moradores da capital mineira. Clique aqui e veja os endereços e telefones das unidades. Você, leitor que mora em outras cidades, disponibilize nos comentários os locais em sua região.

Contra tudo isso, ainda existem pessoas interessadas em ajudar estes seres vítimas da imbecilidade do chamado Homo sapiens (sapiens!?). Vamos lhes dar umas dicas de como ajudar a quem quer ajudá-los. As dicas são do blog M de Mulher e eu as encontrei no blog Fulaninha Entretenimentos.


1. Doe ração, acessórios e remédios veterinários

Muitas ONGs estão superlotadas e não conseguem fundos para alimentar todos os animais, ficando com seu orçamento no vermelho na maioria dos meses. Por isso, doar ração todos os meses é um ótimo jeito de “adotar” um cãozinho ou gato sem ter espaço dentro de casa. Um pacote de 20 quilos custa, em média, R$ 80. Pesou? Doe um pacote mês sim, mês não. Além disso, você também pode doar acessórios, como coleiras usadas, roupinhas e cobertores para as instituições. Remédios dentro do prazo de validade também são aceitos.

2. Siga e compartilhe

Diversos animais conseguem lares através do compartilhamento e comoção gerada em redes sociais. Por isso, ajude a causa compartilhando as ações delas no seu Facebook, Orkut, Twitter ou qualquer outra rede social. É uma forma de auxiliar sem gastar nada -apenas alguns segundos do seu dia.

3. Ajude com dinheiro

Se você pode contribuir com dinheiro, vez ou outra, faça uma doação através de depósito bancário para instituições de sua confiança. Vale, porém, acompanhar o trabalho da instituição, para ver se o dinheiro está sendo gasto de maneira consciente. Não há valor mínimo para doar.

4. Abra suas portas temporariamente

Muitas ONGs precisam de lares temporários, pois estão com seus espaços lotados para acolherem mais animais de rua. Por isso, se você quer ser um dono temporário, precisará se inscrever em sites e passar por entrevistas e vistorias. Tenha em mente, porém, que você é o dono temporário e que a qualquer momento o bichinho pode ir embora. Cabe lembrar também que muitos donos temporários acabam se apegando aos animais e os adotando definitivamente.

5. Divulgue notícias de maus tratos e de animais perdidos

Para que a criminalidade relacionada a animais diminua, a sociedade precisa ficar atenta e não deixar que pessoas que os maltratam saiam impunes. Fiscalizar através de redes sociais funciona. Você se lembra do caso da enfermeira, que em dezembro de 2011, agrediu um cãozinho da raça Yorkshire até a morte? Graças a postagens em redes sociais, o vídeo teve mais de 60 mil acessos em um único dia e ainda atingiu os Trending Topics (assuntos mais discutidos) do Twitter. Porém, a punição para esses casos ainda não é como os protetores dos animais gostariam que fossem: a enfermeira não foi presa, terá apenas de pagar cestas básicas ou prestar serviços à comunidade. Ao menos, graças às redes sociais, não ficou impune. Por isso, se você abraça a causa, compartilhe notícias de maus tratos em sua rede e acompanhe o caso – não deixe que caia no esquecimento. Ah, compartilhar casos de animais perdidos também pode ajudar os bichinhos a encontrarem os donos novamente.

6. Adote um amigo

Em vez de comprar um animal de estimação, pense em adotar de ONGs e abrigos. A vantagem é que há cães e gatos de todas as idades, que se adaptarão a todos os perfis de donos – desde os mais calmos aos mais agitados. Adotar os mais idosos traz outra vantagem: o temperamento dele não mudará, ideal para quem mora em apartamento e precisa de animais mais calmos.

7. Faça trabalho voluntário

Algumas instituições, como a Gatos do Campo de Santana, organizam dias para voluntários ajudarem, como Dia do carinho, Dia do banho, entre outros. Além disso, muitas ONGs precisam de voluntários fixos. Basta querer ajudar e se comprometer mensalmente.

8. Assine petições contra abusos

Ficou sabendo de uma nova petição que protegerá os animais? Entre no site, assine e divulgue entre sua rede de conhecidos. O Instituto Nina Rosa publicou uma lista de petições que precisam de assinaturas. Veja aqui.

9. Apadrinhe um animal

Você ama animais, mas não pode tê-los em casa por motivos diversos? Então, apadrinhe um. Diversas ONGs, instituições e associações oferecem essa opção. Funciona assim: você fica responsável por um animal específico, contribuindo em dinheiro para o bem-estar dele, até que ele seja adotado. Também pode visitar e levar muito carinho.

10. Socorra ao ver um animal doente na rua

Caso veja algum animal atropelado ou doente, preste socorro, levando a uma instituição ou a um hospital veterinário mais próximo. Muitos hospitais, ao saberem que o animal é de rua, cobram um preço mais barato. Além disso, os animais de São Paulo estão prestes a ganhar um Hospital veterinário público. O projeto é do vereador Roberto Tripoli (PV) e já foi aprovado pelo prefeito Gilberto Kassab. Ficará localizado no bairro do Tatuapé, zona leste da cidade. Veja o que fazer caso encontre um animal de rua que precisa de ajuda:

- Após levar ao hospital, divulgue que você encontrou o animal, com cartazes pelas ruas e também em redes sociais. Deixe o cartaz em clínicas veterinárias próximas e pet shops. 

- Se não encontrar os donos e você não puder ficar com o animal, recorra a uma ONG ou a algum amigo ou parente.

Abaixo, cinco instituições, ONGs ou associações para ajudar. Caso tenha outras sugestões, sinta-se a vontade para informar nos comentários.

SOS Gatinho de Rua

Localizada em Brasília, a instituição ajuda 90 cães e 220 gatos. Aceita doações de ração, acessórios, medicamentos, camas, cobertores, comedores, material de construção e doação em dinheiro. É possível também apadrinhar animais e ser voluntário para visitas, escovação e banho. No site você encontra mais informações e também os animais disponíveis para adoção. Veja o Facebook aqui!

Projeto Bicho de Rua

Localizado em Porto Alegre (RS), o Projeto Bicho de Rua foi criado por um grupo de amigos para promover o bem-estar animal. Oferece animais para adoção (cães, gatos, coelhos, cavalos, entre outros) e estimula a guarda responsável. Não possuem abrigo próprio. Funciona como uma Rede Solidária de apoio à causa, fazendo a divulgação de abrigos e indo atrás de recursos financeiros. Ou seja, captam recursos para comprar alimentos e pagar castrações e outras necessidades de ONGS cadastradas.


Gatos do Parque

A Gatos do Parque é um grupo de protetores de gatos independentes de Fortaleza (CE). Além de doações em dinheiro para castrações, aceitam rações para adultos e filhotes, medicamentos diversos (vermífugos, vacinas, entre outros) e areia higiênica. Também precisam de lares temporários e/ou definitivos, pois não contam com abrigo próprio.

Para ver os animais para adoção e ter mais informações, entre aqui.


Adote um Gatinho

A Adote um Gatinho é uma ONG com mais de 400 gatinhos abrigados, para adoção. Aceita todo tipo de doações: dinheiro, rações, remédios, cobertores, areia sanitária, caixa de transporte e tudo o que servir para gatinhos. Também cadastra voluntários para lares temporários e permite apadrinhamento dos animais, a partir de R$ 30 por mês. Caso você queira ser voluntária, também pode.

Todo contato é feito pelo site:


SOS Vida Animal

A SOS Vida Animal é uma ONG que trabalha na educação da comunidade, na cidade de Londrina, visando esclarecer à população em relação à guarda responsável de cães e gatos. Eventualmente, também animais de carga, como cavalos. Aceita doações de rações, acessórios e medicamentos, além de doações em dinheiro. Precisam de voluntários para lares temporários e padrinhos para os animais. A cada 15 dias, também realiza feira de adoções. Se você quiser ser um voluntário, a ONG aceita veterinários, adestradores, pessoas que topem passear com os animais e também participar das feiras e de banhos coletivos.

sábado, 21 de setembro de 2013

O que é o espirro e por que espirramos?

1. O espirro começa quando o ar está impregnado de substâncias que irritam nosso organismo, como partículas de poeira, cheiros muito fortes ou vírus e bactérias. Quando essas partículas entram pelo nariz, as terminações nervosas das narinas avisam ao cérebro que é preciso expulsar o "inimigo".

2. Após receber a mensagem das terminações nervosas, o cérebro organiza um contra-ataque para eliminar as partículas invasoras. Seguindo as ordens recebidas, os pulmões se enchem de ar e os músculos responsáveis pela respiração, como os do abdômen e do tórax, se contraem.

3. O movimento muscular faz com que uma coluna de ar saia com força dos pulmões. Quando o sopro chega à boca e ao nariz, ele se junta às gotículas de saliva e à secreção nasal. Essa mistura que forma o espirro pode alcançar até 160 km/h ao ser expelida.

Por que fechamos os olhos ao espirrar?

Por puro reflexo. O espirro é uma reação tão violenta que leva quase todos os músculos da face a se contraírem. É por isso que, mesmo que a gente não queira, as pálpebras se fecham na hora do atchim. "Pode tentar: é quase impossível espirrar de olho aberto", diz o otorrinolaringologista Gilberto Sitchin, do hospital São Luiz, em São Paulo. Para o organismo, espirrar é bom, porque o sopro elimina impurezas e limpa s partículas de poeira que aderem ao nariz, melhorando a filtragem do ar. Geralmente, soltamos os nossos atchins toda vez que uma substância prejudicial ao organismo, como pó, ácaros, vírus ou bactérias, entram em contato com as terminações nervosas do nariz. O cérebro, depois de receber esse estímulo, faz com que os pulmões e os músculos responsáveis pela respiração formem um minifuracão para expulsar as partículas agressoras. Alguns espirros, porém, não são mecanismos de defesa. Já reparou como muita gente tem acessos quando olha para uma luz intensa? Os cientistas suspeitam que esse tipo d espirro seja uma resposta do sistema nervoso parassimpático (que comanda os atos involuntários do organismo, como as batidas do coração) a uma luminosidade excessiva. Tem algum jeito de barrar esse vendaval particular? Bom, Kayky, em certas ocasiões, um aperto forte no nariz interrompe os impulsos nervosos que desencadeiam o atchim. Se você não quiser espirrar, é melhor impedir que o sopro se forme do que segurá-lo. "Quando seguramos o espirro, aumentamos subitamente a pressão em áreas do ouvido ligadas ao nariz. Nos casos mais graves, isso pode até romper o tímpano. Sem contar o risco de os ouvidos ficarem cheios de catarro e mais sujeitos a infecções", diz Gilberto.