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sábado, 24 de outubro de 2015

A COMOVENTE história de “Feio”, o gato que ninguém queria tocar!


Juro que tento entender o motivo pelo qual o ser humano é como é. Leiam esse comovente depoimento e sintam o poder que a compaixão e o amor tem sobre nós. Sim, o amor volta! Forneça para receber.

“Todos no complexo de apartamentos onde eu morava sabiam quem era “feio”. Feio era o gato residente e feio adorava três coisas neste mundo: lutar, comer lixo e digamos, amor.

A combinação dessas coisas combinadas com uma vida passada na rua teve efeito sobre Feio. Para começar, tinha apenas um olho e no sitio onde deveria estar o outro olho estava apenas um buraco. Faltava-lhe a orelha do mesmo lado, a pata esquerda aparentava ter-se partido gravemente e tinha curado num ângulo não natural, fazendo-o parecer como se ele estivesse sempre a virar a esquina.

Feio teria sido um gato malhado cinza escuro normal, às riscas, à excepção das feridas que lhe cobriam a cabeça, pescoço e até os seus ombros. Sempre que alguém via Feio a reacção era a mesma. “Mas que gato FEIO !!!”

Todas as crianças eram avisados ​​para não lhe tocar, os adultos atiravam-lhe pedras, perseguiam-no, atiravam-lhe água quando tentava entrar em suas casas, ou fechavam-lhe as patas na porta quando ele não ia embora.

Feio tinha sempre a mesma reacção. Se lhe atiravam água ele ficava lá, encharcado, até que desistissem . Se lhe atiravam coisas, ele enrolava o seu corpo magro em torno dos pés em perdão. Sempre que via crianças corria miando desesperadamente e batia com a cabeça nas suas mãos, implorando pelo amor delas. Se alguém alguma vez pegasse nele, certamente começaria de imediato a mamar na camisa, brincos, ou naquilo que ele pudesse encontrar.

Um dia, Feio quis dividir o seu amor com os huskies do vizinho. Infelizmente eles não responderam gentilmente, e Feio ficou ferido gravemente. Do meu apartamento eu podia ouvir os gritos, e foi aí que tentei correr em seu auxílio. No momento em que cheguei onde ele estava deitado, era evidente que a triste vida de Feio estava quase no fim.

Feio estava deitado num círculo molhado, suas pernas traseiras e a parte inferior das costas estavam torcidas grosseiramente, um rasgo escancarado na faixa branca de pêlo percorreu toda a sua frente. Assim que peguei nele e tentei levá-lo para casa, conseguia ouvi-lo a chiar ofegante e sentia-o a lutar. Devo estar a magoá-lo terrivelmente, pensei.

Foi então que senti uma sensação de sucção familiar no meu ouvido – Feio, mesmo cheio de dor, a sofrer e obviamente a morrer, estava a tentar mamar na minha orelha. Puxei-o para perto de mim, ele bateu com a cabeça na palma da minha mão, virou o seu olho de ouro para mim e consegui ouvir o som distinto do ronronar. Mesmo com a maior das dores, aquele gato feio marcado pelas cicatrizes das lutas, estava apenas a pedir um pouco de afecto, talvez um pouco de compaixão.

Naquele momento pensei que Feio era a mais bela e amorosa criatura que eu alguma vez tinha visto. Nunca, nem uma vez, tentou ele me morder ou arranhar-me, ou afastar-se de mim, ou lutar de qualquer maneira. Feio olhava apenas para mim confiando em mim para aliviar a sua dor.

Feio morreu nos meus braços antes que eu pudesse entrar, mas mesmo assim sentei-me e segurei-o por bastante tempo, pensando em como poderia uma criatura tão deformada e perdida, alterar desta forma a minha opinião sobre o que significa ter a verdadeira pureza de espírito e amar tão verdadeiramente. Feio ensinou-me mais sobre o acto de dar e sentir compaixão, do que mil livros, palestras ou talk shows e por isso eu estarei para sempre grato.

Ele tinha sido fortemente marcado por fora, mas eu tinha sido marcado por dentro e tinha chegado a hora de eu seguir em frente e aprender a amar verdadeira e profundamente. E dar o TUDO de mim àqueles que amo.

Muitas pessoas querem ser ricas, bem sucedidas e lindas, mas para mim, eu sempre tentarei ser FEIO!”

Fonte: Tagenial

sábado, 1 de agosto de 2015

42 marcas de cosméticos do Brasil que não testam em animais


Todos os dias, em laboratórios espalhados por todo o Brasil, animais são submetidos a uma série de crueldades para testar cremes para pele, tinturas de cabelo, batons e vários outros produtos cosméticos nem um pouco essenciais a nós, seres humanos. Você acha isso justo?

Se a resposta é não, saiba que você faz parte de um grupo cada vez maior de brasileiros que não suporta a ideia de que animais sofram e até morram, apenas, para satisfazer a vaidade humana.

Segundo pesquisa do Ibope, encomendada pela HSI (Humane Society International), dois terços da população brasileira são contra testes em animais e defendem a criação de lei nacional que proíba, de uma vez por todas, esse tipo de prática – pelo menos, na indústria de cosméticos -, como já acontece em outros lugares. Israel e União Europeia, entre eles.

No entanto, enquanto a justiça brasileira não toma uma posição, vale a pena boicotar aquelas empresas que ainda insistem em realizar testes em animais.

Confira, abaixo, 42 marcas de cosméticos brasileiras que, segundo a Anda (Agência de Notícias de Direitos Animais), não toleram esse tipo de prática e, por isso, podem ser consumidas sem peso na consciência.

01. ABELHA RAINHA
02. ACQUAFLORA
03. ADCOS
04. ÁGUA DE CHEIRO
05. AMEND
06. AUDREI CASATTI
07. AVORA
08. BEL COL
09. BIO ART
10. BIODERM
11. BIO EXTRATUS
12. BIONATUS
13. BOTANIC
14. CONTÉM 1G
15. DAVENE
16. EMBELEZZE (NOVEX)
17. EUDORA
18. FELICITTÁ LOOKS
19. GRANADO
20. HAIR FLY
21. IMPALA
22. INSPIRAÇÃO PERFUMES
23. JEQUITI
24. KOLOSS
25. L’AQUA DI FIORI
26. MAHOGANY
27. MAIRIBEL
28. MAQUEL
29. MAX LOVE
30. NATURA
31. NATURAL LINE
32. NAZCA
33. NIASI
34. O BOTICÁRIO
35. OX
36. QUEM DISSE BERENICE
37. RACCO
38. SURYA
39. VALMARI
40. VULT
41. YAMÁ
42. YES COSMETICS

Fonte: The Greenest Post. Via Arquivo Misterioso.

sábado, 14 de março de 2015

Câmara Municipal de Coronel Fabriciano, MG, aprova a criação do Dia da Esposa do Pastor

Parece piada, mas não é. A vereadora Andreia Botelho (PSL) (foto), apresentou o projeto de lei que foi aprovado sem delongas por seus pares na Câmara Municipal de Coronel Fabriciano, Minas Gerais.

Com isso, a evangélica Andreia conseguiu criar o “Dia Municipal da Esposa do Pastor”, a ser comemorado todos os anos no dia 3 de março.

A data ainda precisa ser sancionada (ou não) pela prefeita Rosângela Mendes (PT), que, no entanto, já aprovou em 2014 o “Dia Municipal do Capelão Evangélico”, comemorado no dia 7 de setembro (independência desses fanático é o que queremos).

Andreia é casada com o pastor Doriedson Botelho. Ou seja, ela criou uma lei que homenagem a si própria. 

Mais uma da série político brasileiros e sua plena compreensão do laicismo político nacional.

Com informações do Portal UAI.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Os oito principais mitos sobre ateus e ateísmo


1 - Ateu nega a Deus

É um mal-entendido que se transformou em mito, provavelmente por má-fé ou ignorância de crentes: ateu é uma pessoa que por algum motivo nega a Deus, se recusa a aceitar os ensinamentos do Criador. É uma pessoa revoltada que um dia poderá se conciliar com Deus, mesmo que seja em seu leito de morte.

Nada mais falso porque não se pode negar algo ou alguém que não existe. Ateu é tão somente alguém que não acredita em divindades, todas elas, não só as cristãs. E descrença é diferente de negação. Só se pode negar o que existe.

2 – Ateus escolhem descrer em Deus

Este mito está relacionado ao primeiro. Muitas pessoas acham que ateus são pessoas que optaram por não acreditar em Deus para se livrar, por exemplo, das consequências de seus pecados. Eles seriam, na verdade, crentes que tentam fugir de suas responsabilidades diante de Deus. Não é assim. O verdadeiro ateu se torna tal após um período de reflexão sobre a vida e seu propósito, geralmente a partir do questionamento de contradições e dogmas de religiões.

O ateu é essencialmente um questionador que só se sujeita a provas e indícios, e ainda assim provisoriamente, porque sabe o que é verdade hoje poderá não sê-lo amanhã.

3 – Ateus mataram mais que religiosos

Há crentes que adoram propalar que líderes políticos, por serem ateus, mataram mais pessoas do que os governantes religiosos. Como exemplo, eles citam com frequência o ditador soviético Joseph Stalin (1879-1953), que matou entre 2,5 milhões a 10 milhões de pessoas de seu próprio povo.

Trata-se, da parte de crentes, de uma desonestidade intelectual, porque Stalin, como tantos outros ditadores assassinos, não mataram porque eram descrentes, mas para impor uma ideologia de poder, no caso a comunista. Stalin não tinha como palavras de ordem algo como “Ateus unidos jamais serão vencidos”.

Quanto às crenças religiosas, já se matou (e ainda continua) muitos em nome delas ou do deus que veneram. As religiões, por sua natureza, são belicosas. Uma exclui a outra porque todas se acham “a verdadeira”, a do povo eleito por Deus. As chamadas guerras santas e a Santa Inquisição alimentaram rios de sangue em nome de religiões.

E não houve uma guerra, sequer uma guerrinha, em nome do ateísmo.

4 – Pessoas são descrentes porque não tiveram vivência divina

É mito também achar que ateus são pessoas que ainda não tomaram conhecimento da existência de Deus porque nunca tiveram uma experiência com o sobrenatural. Nunca, por exemplo, foram curados por um milagre ou tiveram sonho com seres celestiais, essas coisas. Por esse mito, a conversão de ateus pode ocorrer em momentos extremos, como a queda de um avião ou à beira da morte, quando a pessoa passa a ter medo de ir para o inferno. Esse tipo de “achismo” reflete o quanto é difícil a uma parte dos crentes aceitar a existência de ateus, de pessoas que não se ajoelham diante de uma suposta entidade por temê-la.

5 – Ateus não têm valores morais

Como para a maioria dos teístas, Deus (ou deuses) são a fonte da moralidade humana, há um mito de que os ateus não possuem qualquer parâmetro moral, tratando-se, portanto, de pessoas que devem estar sempre sob suspeita, porque são capazes das maiores atrocidades, como Stalin.

Por mais absurdo que esse mito seja, ainda existem muitos crentes que o tem como verdade, como se livros sagrados fossem um compêndio de bons exemplos, o que não é verdade.

Peço licença para relatar um caso pessoal. Há dois anos, procurei um advogado indicado por um amigo para resolver uma pendência judiciária. Lá pelas tantas, o advogado disse que eu precisava tomar muito cuidado com Fulano porque ele era perverso e traiçoeiro. Eu perguntei como ele sabia disso. O advogado respondeu que tinha certeza do que dizia porque sabia que o Fulano era ateu. Respondi que eu também sou ateu, e se criou um constrangimento e a conversa mudou de rumo,

Independentemente de se crer ou não em Deus, ou no Homem-Aranha, ou seja lá o que for, há pessoas boas e outras com desvio moral — e, a rigor, ninguém é perfeito.

Além disso, estudos recentes mostram que o senso de moralidade faz parte da natureza humana, não dependendo, portanto, de crenças religiosas.

O mito de que ateus são pessoas perversas é a base do preconceito de expressiva parcela dos religiosos em relação aos descrentes,

6 – Vida de ateu não tem sentido

Para teístas, o sentido da vida está em agradar a Deus para obter benesses em outro mundo, o céu, onde tudo é belo e não há sofrimento.

Por isso eles entendem que a vida dos ateus tem nenhum sentido, que é um desperdício do sopro divino. Trata-se de uma vida sem perspectiva, pobre, mesquinha, etc.

Nada disso corresponde à verdade, porque os ateus dão muito valor à vida que têm porque sabem que ela é única. E se praticam o bem, a caridade, não é para agradar alguma divindade, mas simplesmente porque é sua vontade própria.

O filósofo Nietzsche escreveu que a maior desgraça do catolicismo é desvalorizar esta vida terrena em troca de uma vida sobrenatural que não existe.

7 – Ateus adoram Satanás

O mito de que ateus adoram Satanás é risível porque para os descrentes não existe qualquer entidade sobrenatural. Isso inclui Deus e obviamente Satanás. Outra coisa: adoração não faz parte de um ateu típico.

A adoração sempre pressupõe a submissão de uma pessoa a algo ou a alguém, o que não é o comportamento de quem se orgulha de ser livre pensador.

8 – Ateus querem impor sua religião secular

Nos últimos anos, com o surgimento de uma militância ateísta despertada principalmente pelo atentado às torres gêmeas de Nova Iorque, em setembro de 2001, há nos Estados Unidos crentes que acreditam que os ateus têm um projeto de poder, de modo impor a sua religião secular.

Na verdade, tanto nos Estados Unidos como no Brasil, o que fica evidente é que grupos religiosos se esforçam para influenciar cada vez mais as decisões do governo, em proveito próprio.

A luta dos militantes ateus não é para tomar o poder e instituir um regime de governo que proíba o culto a deuses.

O que os ateus pretendem, no caso do Brasil, é tão somente respeito para com o Estado laico.

Fonte: Paulopes

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Marco Archer, pena de morte e mídia brasileira

Marco Archer será executado neste domingo.
Quero começar este texto me solidarizando com as famílias de Marco Archer e Rodrigo Gularte. Não posso imaginar o que vocês veem sentindo neste momento.

Para quem estava em coma e não sabe, Archer e Gularte foram condenados por tráfico internacional de drogas na Indonésia ao tentar entrar no país portando entorpecentes. Não seriam os primeiros, nem únicos, casos de brasileiros condenados no exterior por estas circunstâncias. Só que neste caso, há um porém. A legislação indonésia prevê pena de morte nestes casos. A execução de Archer está prevista para este domingo, dia 18 de janeiro. A de Gularte ainda não está prevista. Portanto, vou me ater à Archer, que está nos holofotes midiáticos.

Neste artigo, não irei defender Archer ou dissertar sobre a pena de morte. O que vem me chamando a atenção neste caso em especial é o modo como a mídia brasileira acompanha o caso. Archer vem sendo colocado como vítima. Isto vem causando um inversão de valores na cabeça das pessoas. Já ouvi, inclusive, gente próxima a mim questionando o fato de o Brasil não declarar guerra à Indonésia. Como se a morte de milhares valesse a de um.

Enfim, Archer não é vítima, é um criminoso condenado e que teve o azar de cometer um crime em um país cuja pena prevista é a capital. Não há o que discutir. A Indonésia tem de legislar sobre tais questões em seu território. Isto é um preceito básico do conceito de Estado, a soberania. O fato de o ordenamento jurídico brasileiro não prever este tipo de pena não o transforma em vítima. Ele não cometeu o crime sob a soberania brasileira. Da mesma forma, um estrangeiro que comete um crime no Brasil está submetido às nossas leis.

O Código Penal Brasileiro prevê em seu artigo 7º que o brasileiro condenado no exterior por um crime previsto também no CPB poderá cumprir a pena aqui. Contudo, isto dependeria de uma extradição. E isto é um direito da Indonésia querer ou não.

E sinceramente? Dá para entender a Indonésia não aceitar a extradição. Mesmo que a pena de morte não seja uma solução macro, ela é micro. Os indivíduos executados não mais cometerão o crime aos quais foram condenados e principalmente, pode sim, em certos casos, servir de exemplo. Ou você acha que as execuções de Archer e Gularte não irão fazer algum outro brasileiro pensar duas vezes antes de tentar entrar na Indonésia com drogas?

Definitivamente, esta linha editorial da mídia de colocá-los como vítimas não cola. Quem dera a mídia não tivesse este mesmo tratamento com quem realmente é vítima!

Não! Não estou me referindo aos milhares de brasileiros mortos de forma violenta todos os anos. Há muitos que estão incluídos ai por serem criminosos e estarem fazendo coisa errada. Me refiro àqueles que estavam na hora e lugar errado. Às verdadeiras vítimas.

Artigo original. Sua reprodução é livre desde que seja incluída a fonte.
Lei n.º 9.610/98.

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Oito incongruências da Bíblia sobre as quais pastor nunca fala

O americano Richard Hagenston escreveu que deixou de ser pastor da Igreja Metodista porque omitia dos fiéis incongruências da Bíblia, pregando relatos bíblicos sobre os quais não acreditava. Ele continua cristão, mas se tornou um crítico da religião, tanto que escreveu um livro sobre a expansão do cristianismo entre os gentios, embora Jesus tenha rejeitado a possibilidade de ter esse tipo de gente como seguidores. Sem tradução em português, o livro se chama Fabricating Faith: How Christianity Became a Religion Jesus Would Have Rejected.

Hagenston escreveu que, no convívio com seus colegas pastores, constatou que eles mantinham em segredos determinadas passagens bíblicas para que a Igreja não perdesse fiéis e, consequentemente, dízimo.

“Quanto a mim, resolvi o problema deixando o pastorado”, disse. Informou que, na época, recebeu parabéns de um colega que gostaria de fazer o mesmo, mas se via impossibilitado porque tinha sido treinado a vida toda para ser pastor. “Ele se sentia preso ao púlpito dizendo coisas nas quais não acredita mais, a fim de continuar obtendo o apoio de sua família”.

Hagenston escreveu para o site da Fundação Richard Dawkins um artigo destacando as oito incongruências bíblicas sobre as quais os pastores não falam aos fiéis. Abaixo, segue um resumo desses pontos.

1 – Apóstolo nunca falaram do nascimento virginal

A primeira menção ao nascimento de Jesus aparece nos versos da Carta de Paulo aos Romanos. Ele escreveu a carta depois de ter se encontrado com Pedro e outras pessoas que teriam conhecido pessoalmente não só Jesus, mas também a família dele.

Nessa conversa não há nenhuma referência ao suposto nascimento virginal de Jesus, o que é estranho por causa da excepcionalidade do caso.

Em vez disso, Paulo escreveu que Jesus “era descendente de David segundo a carne”e que ele foi declarado ser Filho de Deus somente após a sua ressurreição, não a partir do nascimento ou até mesmo antes. Diz Romano 1:4: “Declarado Filho de Deus em poder, segundo o Espírito de santificação, pela ressurreição dentre os mortos, Jesus Cristo, nosso Senhor, [...]”

O fato é que nem Paulo nem os apóstolos que conviveram com Jesus mostraram ter conhecimento das histórias da natividade em Mateus e Lucas que sugerem um nascimento virginal em Belém, local onde David teria vindo à luz.

2) Jesus disse que não queria ter gentios como seguidores

O cristianismo ter se tornado uma religião de gentios é uma ironia porque Jesus deixou claro que não pretendia oferecer nada a esse tipo de pessoas. Em Mateus 10:5 ele dá ordem firme aos doze apóstolos: “Não ireis pelo caminho dos gentios, nem entrareis em cidade de samaritanos; [...]

Em Mateus 8:5-13 e em Lucas 7:2-14 Jesus cura o servo de um soldado romano, mas depois que este afirmou não ser digno da atenção dele. Também é possível que Jesus atendeu ao pedido do romano porque o servo era judeu.

Mateus 15:22-28 oferece outro exemplo do extremo desprezo de Jesus pelos gentios.

Trata-se do episódio da mulher, indiscutivelmente gentia, que pediu cura para sua filha. Jesus inicialmente a ignorou. Ela então persistiu com súplicas, enquanto os apóstolos tentavam silenciá-la. Eles pediram para Jesus a mandasse para casa. Quando a mulher se ajoelhou diante de Jesus, tornando-se impossível ignorá-la, ele argumentou que foi enviado [por Deus] para resgatar “as ovelhas perdidas da casa de Israel”. Em seguida, ele deixou claro que considerava o gentio não ser melhor do que um cão e que não era justo os cães receberem alimentos destinados às crianças. Só quando a mulher disse que os cães comem as migalhas da mesa dos seus donos é que Jesus a elogiou por sua fé e aceitou o pedido de cura.

Outra evidência de que Jesus sempre quis distância dos gentios vem do episódio em que, após sua morte, apóstolos resistiram ao esforço de Paulo de querer convertê-los.

O cristianismo se tornou uma religião de gentios por causa da pregação de Paulo. Jesus nunca quis falar aos gentios. Os ensinamentos dele sempre se destinaram aos judeus.

3 – Nos três primeiros evangelhos, Jesus diz a todos para não pensar nele como Deus

O Evangelho de João mostra Jesus dizendo que ele é divino - uma e outra vez. Mas em nenhum lugar nos evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas, amplamente reconhecidos por terem sido escritos antes do de João (portanto, mais perto dos acontecimentos que descrevem) mostra Jesus com a pretensão de ser uma divindade.

Na verdade, todos esses três primeiros evangelhos mostram Jesus dizendo que ele nunca deve ser visto como Deus.

Em Marcos 10:18, Jesus diz: “Por que me chamas bom? Ninguém há bom senão um, que é Deus”.

Obviamente, ele se ofendeu com a simples interpretação de que pudesse ter o mesmo senso de justiça de Deus. Em Lucas 18:19 e Mateus 19:17 ele afirma a mesma coisa.

4) Relatos das aparições após a ressurreição têm diferenças irreconciliáveis

Os relatos nos evangelhos sobre as aparições de Jesus após sua ressurreição diferem substancialmente entre si, incluindo o local onde ele teria se mostrado aos seus apóstolos.

Os evangelhos de Mateus e Marcos afirmam que as aparições ocorreram na Galileia. No entanto, Lucas e o livro de Atos afirmam que Jesus apareceu apenas nas cercanias de Jerusalém.

Para aumentar a confusão, João sustenta que houve ao mesmo tempo aparição em ambas localidades: Galileia e Jerusalém. Mais um milagre de Jesus?

O desencontro de informações sobre as aparições de Jesus ressuscitado causa estranheza porque deveria haver um registro inquestionável por se tratar de eventos de grande importância.

5) Jesus foi contra oração pública

Aqueles que defendem a oração pública ou em locais em que a laicidade do Estado deveria ser respeitada, como as escolas mantidas pelo governo, parecem não conhecerem suficientemente a Bíblia.

Em Mateus 6, depois de afirmar ser contra a prática de piedade diante dos outros, Jesus diz: “[versículo 5] E, quando orares, não sejas como os hipócritas; pois se comprazem em orar em pé nas sinagogas, e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão. [6] Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente”.

Ou seja, para Jesus, até mesmo nos templos não se deve rezar em voz alta.

6) Alguns livros da Bíblia são falsificações

Algumas cartas atribuídas a Paulo provavelmente foram escritas por pessoas que mentiram sobre o que o apóstolo pregou. As maiores suspeitas sobre essas falsificações recaem sobre as chamadas epístolas pastorais, 1 e 2 de Timóteo, e Tito. Estudiosos da Bíblia argumenta que esses textos são diferentes do vocabulário, estilo e ensinamentos de Paulo e que, portanto, não poderiam ter sido escritos por ele.

Uma passagem polêmica é a de 1 Timóteo 2:11-15, onde Paulo teria escrito que as mulheres têm de ficar caladas no templo.

Em 1 Coríntios 14 há a mesma determinação atribuída a Paulo: “[versículo 34] “As vossas mulheres estejam caladas nas igrejas; porque não lhes é permitido falar; mas estejam sujeitas, como também ordena a lei. [35] E, se querem aprender alguma coisa, interroguem em casa a seus próprios maridos; porque é vergonhoso que as mulheres falem na igreja”.

Contudo, essas passagens bíblicas destoam completamente dos ensinamentos de Paulo, como se elas tivessem sido colocadas na Bíblia posteriormente para validar a repressão às mulheres com a autoridade do apóstolo.

Esse suposto posicionamento de Paulo tem sido usado até hoje para justificar a não nomeação de mulheres para cargos de lideranças em algumas igrejas.

7) Partes da Bíblia foram escritas com intenção de haver discórdia entre si

A Bíblia tem muitas contradições, e alguma delas são claramente intencionais.

Um exemplo do Antigo Testamento é encontrado em Salmo 51, que foi escrito depois que a Babilônia destruiu Jerusalém e o templo que havia sido construído por Salomão, levando os habitantes da cidade para o exílio.

Uma vez que o templo não estava mais disponível para sacrifício, o autor do Salmo 51 oferece um conforto nos versos 16 e 17 dizendo que Deus nem sequer deseja sacrifício, mas apenas um coração contrito. Mas em seguida, em uma contradição claramente intencional, alguém que discordou acrescentou logo nos versículos 18 e 19 que Deus iria se deliciar com os sacrifícios que se seguiriam à reconstrução de Jerusalém.

No Novo Testamento, há um exemplo sobre a mensagem de João Batista.

Os evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas descrevem um episódio em que João Batista oferece um batismo em troca de perdão a pecados por intermédio do arrependimento. Mas, escrevendo mais tarde, o autor do Evangelho de João não gostou nada disso porque, para ele, o perdão só pode ser concedido através de sacrifício — o sacrifício de sangue do próprio Jesus.

Contradições como as no Salmo 51 e o que os evangelhos dizem sobre João Batista e outras do Antigo e Novo Testamento mostram que muito do que diz a Bíblia é um jogo de agendas de correntes de seguidores de Jesus as quais muitas vezes entram em conflito umas com as outras.

8) Apóstolos que viveram com Jesus não concordavam com Paulo

O apóstolo Paulo era um homem sob ataque por suas crenças. Em Gálatas 1: 6-9 , ele se queixa daqueles que pensavam que o seu evangelho estava errado e foram levando as pessoas a afastar-se do que ele havia ensinado.

Não querendo dar voz à oposição, Paulo não menciona as questões em disputa. Ele não assumiu nenhuma responsabilidade pelo surgimento dessa disputa ao afirmar, na mesma passagem de Gálatas, que mesmo o "anjo do céu" que ousar discordar dele deve ser condenado.

Quanto à identidade dos oponentes de Paulo, em 2 Coríntios 11:13 ele os chama de "falsos apóstolos, obreiros fraudulentos, disfarçando-se em apóstolos de Cristo". Mas quem eram eles? Em 2 Coríntios 11: 5 , ele sarcasticamente faz referência aos "superapóstolos".

Naquele tempo, "superapóstolos" só podiam ser os apóstolos originais.

Isto leva a uma pergunta: os ensinamentos de Paulo se tornaram a base de fé cristã de hoje, mas Jesus teria aprovado essa religião que é proclamada em seu nome?

Fonte: Paulopes

domingo, 12 de outubro de 2014

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Culto vira comício e igreja faz até "pesquisa eleitoral"

Já passa das 17h45, e o Culto da Família começa em mais um domingo na Assembleia de Deus do Brás - Ministério Madureira (ADBrás), na zona leste de São Paulo. Do lado de fora, muita gente ainda chegando: homens, mulheres, idosos, crianças. Depois de subir as escadas, já dentro do templo, uma obreira faz um sinal com a mão e diz: “Posso fazer uma pesquisa com você? Em quem você vai votar?”, pergunta, exibindo um formulário onde o fiel pode indicar suas escolhas para senador, deputado federal e deputado estadual. “É só para a gente saber como está o desempenho do pastor aqui da casa”, explica a mulher à reportagem.

O candidato a quem ela se refere é o pastor Cezinha (Cezar Freire), que concorre a uma vaga de deputado estadual pelo DEM. Dentro da igreja, os cerca de 5 mil assentos vão ficando ocupados. Nas cadeiras vazias, junto aos envelopes de “dízimo” e "oferta", os fiéis encontram uma espécie de cartão-postal do presidente da ADBrás, pastor Samuel Ferreira, sorridente ao lado de sua mulher, pastora Keila Ferreira. No verso, uma mensagem sobre “um momento muito importante, as eleições”: “O Cezar hoje é projeto de Deus e de nossa comunidade e precisamos dele na Assembleia Legislativa de São Paulo”, diz o texto, que continua com uma mensagem de “vote”, seguida do nome e do número do candidato.

Além de Cezinha, o santinho pede votos para o deputado federal Jorge Tadeu, também do DEM, que concorre à reeleição. “Apresento-lhe também nosso irmão Jorge Tadeu, para deputado federal. Com ele em Brasília teremos a certeza da defesa e luta pelos nossos ideais”. E então o fiel é informado sobre o número do candidato na urna, não sem antes receber uma nova mensagem do pastor Ferreira: “Peço a você que nos ajude agora com seu voto e sua influência junto aos seus familiares, amigos e conhecidos para conseguirmos mais votos” (veja reprodução do cartão no final da matéria).

domingo, 14 de setembro de 2014

De Nova Lima (MG) para o Brasil, um exemplo de como não se administrar uma cidade

Visão panorâmica do Centro de Nova Lima

Nesse exato momento, centenas de servidores concursados e efetivos da Prefeitura Municipal de Nova Lima, Região Metropolitana de Belo Horizonte, Minas Gerais, estão passando por momentos de incertezas. Como morador de BH, conheço bem a riquíssima Nova Lima, cidade que cresceu sob os odes da mineração. Mas a despeito disso, benefícios, incluídos inclusive em lei, vem sendo retirados dos servidores.

Contudo, surpreendentemente, um dos mais proeminentes jornalistas da cidade, e servidor contratado da prefeitura, diga-se, alega que a cidade tem dinheiro. Wilson Otero Filho informa em um editorial em seu folhetim semanal Cultura e Comércio, que o município possui em caixa 90 milhões de reais. Hummm! Muito bem! Ou seja, o problema da cidade NÃO é dinheiro como eu imaginava. É irresponsabilidade mesmo. Chegou-se a essa situação porque extrapolou-se o limite permitido pela Lei de Responsabilidade Fiscal no que tange ao pagamento de funcionários. 

"Ora, então tem que cortar mesmo Clark", você provavelmente irá dizer, mas percebe-se que há algo errado, quando se verifica mais detalhadamente os motivos que levaram a cidade a essa situação. A Prefeitura Municipal de Nova Lima está repleta de contratados, o que de fato, onera os cofres, mas ao invés de demitir os contratados, e assim limpar a pesada folha municipal inchada por eles, o Excelentíssimo Senhor Prefeito Cássio Magnani Júnior, vulgo Cassinho, (PMDB), prefere retirar benefícios de concursados, coisa que admito, extrapola o bom senso muitas vezes, mas que é direito deles.

No mesmo editorial, Wilson Otero Filho dá uma dica de porque isso não foi feito: "O problema hoje da Prefeitura é que quando Cassinho tomou posse, ele não dispensou o excesso de funcionários que tinha na gestão passada, o que deveria ser feito para abrir nossas vagas aos cargos de sua confiança na sua administração. CONCLUSÃO, CASSINHO FOI HUMANITÁRIO, e por causa disto está prejudicando a sua gestão e terá que se posicionar."

Jornal Cultura e Comércio, Edição 671, 11/09/2014, pg.2
 
Humanitário? Bem vivemos no Brasil e qualquer um que entenda o mínimo sabe o real motivo da não demissão. O que o jornalista se "esqueceu" de mencionar, é que Cassinho era candidato da SITUAÇÃO. Logo, era apoiado pelo seu antecessor, Carlos Roberto Rodrigues, vulgo Carlinhos, (PT). A propósito, a vice de Cassinho, Maria de Fátima Monteiro de Aguiar, vulgo Fatinha, também é do PT.

Não! Nós não somos idiotas! Sabemos o real motivo da não demissão dos contratados, muitas vezes apoiadores de campanha, cabos eleitorais, parentes de amigos etc. Mas, já que Cassinho é assim tããããão humanitário, esperamos que ele seja com quem deve ser por direito, ou seja, os concursados.

Ah! Não sei se te interessa saber, mas além disso, Cassinho, Fatinha e Carlinhos estão envolvido em um escândalo de doação de lotes durante a campanha eleitoral de 2012 (Notícias sobre aqui, aqui e aqui).

Que todo esse exemplo de má administração sirva aos novalimenses e a todos os outros centenas, talvez milhares, de municípios em que os administradores utilizam conchavos ao invés de gestão pública como o norte em suas decisões.

Com informações de Estado de Minas e aqui, G1 e Cultura e Comércio

Artigo original. Sua reprodução é livre desde que seja incluída a fonte e, nos casos
de mídias eletrônicas, o link ativo http://feriasdoclark.blogspot.com/. Lei n.º 9.610/98.

sábado, 13 de setembro de 2014

Neoconservadores evangélicos almejam conquista de poder

Por Magali do Nascimento Cunha para O Globo

A entrevista do líder da Assembleia de Deus em Cristo Silas Malafaia ao jornal O Globo em 1º de setembro é o retrato do pastor e do lugar que ele ocupa no quadro do neoconservadorismo predominante no cenário evangélico. O termo conservadorismo é usado aqui no sentido da ciência política referente a posições alinhadas com a manutenção (contrária a mudanças) de determinada ordem sociopolítica, econômica, institucional, ou de crenças, usos e costumes de uma sociedade.

O conservadorismo dos evangélicos no Brasil não é dado novo, diante da formação deste segmento cristão no século XIX baseada no fundamentalismo bíblico, no puritanismo e no sectarismo. Muito se transformou nestas bases ao longo do século XX, emergiram grupos abertos à atuação social, ao ecumenismo, mas o conservadorismo sempre foi predominante entre os evangélicos. Foi ele que provocou a omissão das igrejas frente à implantação da ditadura militar no Brasil (1964-1985) e também tornou possível o alinhamento de boa parte das lideranças evangélicas com o governo de exceção.

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Pastora ordena demolição de casa com 50 gatos dentro


Em nome da fé (ou seria dinheiro?), vida nada vale. Pelo menos é o que deve pensar a pastora Edna Venezian Pagliarin da Igreja Nova Geração.

Uma casa foi demolida com dezenas de gatos vivos dentro na Rua Elie Sarfatis, 33, esquina com a Celso Garcia, Tatuapé, São Paulo. A demolidora e a dita cuja supracitada, mesmo avisados, prosseguiram com a demolição e não respeitaram o prazo de 5 dias que alguns voluntários pediram para retira-los. Simplesmente, passaram com a máquina em cima de tudo soterrando os gatinhos.

Se você também se indignou, siga o movimento no Facebook em repúdio a esses imbecis: https://www.facebook.com/events/669881126452630/


O justo tem consideração pela vida dos seus animais

Provérbios 12:10
Pelo visto a pastora ignora o que está relatado em Provérbios 12:10, "O justo tem consideração pela vida dos seus animais".

Essa gente é assim, utilizam só o que lhes convém. Na nota oficial em sua página, os integrantes da igreja se preocuparam mais em ameaçar quem vem denunciando o caso do que em esclarecer o ocorrido. Típico... Também, vão falar o que?

 Com informações de Veja

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Desafio da abelinha? Não! Desafio da burrinha!


Quer dizer então que a nova moda é as mulheres tirarem uma foto com os seios expostos e o sutiã sobre o rosto cobrindo os olhos.

De acordo com as organizadoras, trata-se de "um desafio para esfregar os peitos na cara dos moralistas!" Hummm, entendi! A intenção então é protestar...

Quem acompanha o blog sabe que não sou moralista. Acho que devemos sim protestar contra o falso moralismo, mas como dizia o filósofo Carlos Nascimento: "Nós já fomos mais inteligentes!"

Continuem exibindo os peitos achando que estão protestando meninas. O público alvo não será alcançado, mas os fapeiros agradecem.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Imbecil Deputado Estadual de Goiás propõe desarmamento da PM

Nem há o que falar. Estou sem palavras! Apenas vejam o vídeo e tentem não vomitar.

E  por tudo que vocês tenham fé ou o que consideram sagrado nessa vida. Prestem atenção em quem votam! Não negligenciem o voto legislativo, pois para o Estado e a construção de uma sociedade ele é MAIS importante que o executivo.

Ah! O nome do cidadão? Deputado Major Araújo do PRB... Isso que é ironia!!!  


quinta-feira, 19 de junho de 2014

Polícia investiga imagens de cadeirantes que se levantaram durante jogos da Copa


De um lado, a escassez de ingressos comuns oferecidos pela FIFA. Do outro lado, o grande número de ingressos especiais sobravam nas bilheterias. Os ingressos especiais contemplam deficientes, cadeirantes, obesos, pessoas com mobilidade reduzida, estudantes e idosos. Além do grande número desses ingressos, os mesmos também eram vendidos a preços menores do que os ingressos comuns.

Esta situação acabou gerando uma série de acontecimentos duvidosos dentro do estádio, tais como torcedores com aparência de trinta anos portando ingressos para idosos, carteiras de estudante falsas e até mesmo cadeirantes que se levantavam durante comemorações nas partidas.

A 32º DP Itaquera reuniu cerca de vinte e duas imagens de circuitos internos e dez imagens fornecidas por torcedores que presenciaram as cenas inusitadas e vem investigando o caso desde então.

sábado, 7 de junho de 2014

Carla Pimentel, vereadora evangélica do PSC e de uma cara de pau sem tamanho

Vejam os marcadores dessa postagem! Educação, Política e Religião. Três marcadores que não deveriam estar na mesma postagem, mas que infelizmente é algo comum no Férias do Clark.

A nova pérola dos evangélicos inseridos na política vem de Curitiba, Paraná. Lá, a vereadora Carla Pimentel (foto) é mais um(a) político(a) evangélico(a) que em vez de se preocupar com questões de interesse de toda a comunidade, empenha-se em impor a sua religião a todos.

A diferença entre ela e outros parlamentares que usam o seu mandato para evangelizar é que Pimentel, certamente julgando-se esperta, subestima a inteligência da população.

É o que ela mostrou ao apresentar projeto de lei que, se aprovado, sugere à prefeitura que adote a leitura da Bíblia nas escolas públicas, em caráter obrigatório, e particulares, em caráter opcioonal. Em desprezo ao discernimento alheio, ela negou o óbvio, que o projeto não tem nenhum cunho religioso, porque se trata apenas de uma iniciativa “educacional”.

Apesar de possuir alguns registros históricos, a Bíblia está longe de ser uma fonte histórica confiável em sua plenitude. Diferentemente dos livros de história redigidos por acadêmicos da área.

Vereadora pelo PSC, Carla Pimentel é missionária. Sua página no site da Câmara Municipal informa que é neta do pastor José Pimentel de Carvalho, um dos fundadores das Igrejas Evangélicas Assembleias de Deus do Paraná.

O projeto de lei é, obviamente, inconstitucional porque nenhuma instância de governo pode beneficiar direta ou indiretamente crença religiosa. Esse é o caráter da laicidade do Estado brasileiro, o qual deve ou deveria ser obedecido por todos, a começar pelos detentores de cargos políticos, para dar exemplo.

Na argumentação do projeto, a “educadora” Pimentel se contradiz. Ao mesmo tempo que afirmou que a leitura da Bíblia em sala de aula nada tem a ver com religião, ela disse que proibi-la aos estudantes é “uma intolerância [religiosa] que leva ao preconceito e a um ato de discriminação”.

O projeto de lei precisa ser aprovado por comissões temáticas da Câmara para chegar ao plenário e ser votado. Se for aprovado, terá de ser sancionado pelo Executivo.

Independentemente disso, Pimentel já está concorrendo ao troféu Cara de Pau. 

Adaptado de: Paulopes

Parada gay espalha doenças, afirma vereadora evangélica

A vereadora evangélica Mirian Reis (PHS), de Boa Vista (Roraima), disse que não apoia o projeto de lei da inclusão da Parada do Orgulho Gay no calendário oficial da cidade para evitar que o evento prolifere doenças e o homossexualismo na cidade.

"Eu acredito que o projeto vai ser arquivado porque o nosso Deus vai nos dar autonomia, vai nos dar autoridade, capacidade e sabedoria para mostrar a eles que esse dia só vai fazer proliferar o homossexualismo na face da terra e em Boa Vista”, disse.

“Não é isso que nós queremos, porque o homossexualismo vai trazer doenças, infelicidade para as famílias, dores, tristeza, angústia."

Em primeira discussão, o projeto de lei foi aprovado por dez votos contra dois. Não houve quorum para a segunda discussão que estava prevista para o dia 27 de maio. Dos 21 vereadores, apenas dez compareceram.

O vereador Júlio César de Medeiros (PMDB), autor do projeto, disse que a Parada Gay existe na cidade desde 2003 e, por isso, é natural que faça parte do calendário oficial de Boa Vista.

“Já me perguntaram se vai ter dinheiro público para o evento, mas isso não existe”, disse. “É só questão de reconhecimento de que existe uma classe de pessoas que faz brilhar essa sociedade."

Os votos contra o projeto de lei foram dado por Mirian e por Manoel Neves, que é pastor. Outros vereadores evangélicos, como Mário César Balduíno, deixaram o plenário para não votar.

Mirian argumentou que os homossexuais “precisam retornar à ordem natural da família”. "Nós jamais poderemos aceitar filhos sendo criados por dois homens ou por duas mulheres”, disse. “Isso é contra a palavra de Deus."

Sebastião Diniz, presidente da Associação Roraimense pela Diversidade Sexual, Sebastião Diniz, disse que as afirmações da vereadora são ofensivas e incitam a violência contra os homossexuais. "Registrei um Boletim de Ocorrência contra Mirian Reis e mais dois vereadores que nos ofenderam”, disse.

Ele afirmou que esses políticos não estão defendendo os interesses da população, “mas apenas os ideais dos evangélicos”.

Mas, diante da repercussão negativa, a vereadora voltou atrás. 

Ela negou a acusação de que seja homofóbica porque, para ela, “eles [gays] são seres humanos” e precisam ser tratados como os cristãos, com “atenção e carinho”. As afirmações preconceituosas da evangélica são tão surpreendentes quanto o novo projeto de lei de combate à homofobia que ela apresentou, na maior cara de pau, na quinta-feira, 28 de maio.

Sem retirar uma única palavra do que dissera sobre o suposto poder de propagação de doenças e de homossexualismo pela Parada Gay, Reis defendeu seu novo projeto tentado mostrar indignação em relação à "falta de respeito aos homossexuais".

Ela afirmou que tomou a iniciativa de elaborar o novo projeto ao constatar a discriminação que há contra os homossexuais por ocasião da realização da Parada Gay e outros eventos transmitidos pela TV, como o Carnaval.

Reis argumentou que esse novo projeto prova que ela não é homofóbica. “Não posso aceitar que uma pessoa que nasceu como eu, que foi amada como eu por Deus, seja violentada, porque ela optou por viver dessa forma”, disse. “Eu não sou contra eles [gays], e eu quero que sejam amados e respeitados como eu”.

Não é exatamente isso que transparece nos comentários que ela fez sobre a oficialização em Boa Vista da Parada Gay.

Fonte: Paulopes

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Brasil Ladrão VII - Japão vende ovo de páscoa importado do Brasil por menos da metade do preço praticado aqui



Todos sabemos que há no Brasil uma alta carga tributária sobre os produtos.

Mas alguém em sã consciência vai dizer que esse é o motivo da discrepância que mostrarei abaixo?

Ovo de Páscoa Alpino de 375 g. Fabricado no Brasil.

Vendido aqui a R$ 35,49.

O mesmo ovo, fabricado no BRASIL, é vendido no Japão ao equivalente a R$ 15,23.

Como justificar que um produto brasileiro seja vendido a mais de 18 mil quilômetros de seu local de fabricação por menos da metade do preço?

Acorda! Estão te roubando! Mais uma vez, a maldita Lei de Gérson. Tudo aqui no Brasil é caro, porque tem trouxa disposto a pagar.

Fonte: Veja

domingo, 13 de abril de 2014

Como deve ser...


O vídeo é antigo, mas como vi só agora, vou publicar assim mesmo.

1 - Festa com som alto. Vizinho chama a polícia.

2 - A PM manda baixar o som 3 vezes na MESMA noite.

3 - Donos da casa onde ocorria a bagunça vão até a casa do vizinho ameaçá-lo.

4 - Ele chama a polícia de novo e...



Parabéns aos agentes da lei que agiram com o rigor necessário contra esses vagabundos que desrespeitaram suas ordens e ameaçaram um cidadão.

Antes que apareçam os "defensorzinho dos direitos dos manos", os vagabundos podem ouvir som alto, desrespeitar a vizinhança e a ordem e a lei, logo podem e devem ser reprimidos com TODO o rigor.

sábado, 5 de abril de 2014

20 anos do Plano Real. O que o PT dizia a respeito?


Já sei, já sei...

Você irá argumentar que minha fonte é a Veja. Por isso não irei disponibilizar toda a postagem feita pelo Reinaldo Azevedo, mas apenas as frases com suas respectivas fontes e datas.

Hoje, utilizam os bons frutos gerados pelo plano sem dar os devidos créditos. Quanta hipocrisia!

Lula
“Esse plano de estabilização não tem nenhuma novidade em relação aos anteriores. Suas medidas refletem as orientações do FMI (…) O fato é que os trabalhadores terão perdas salariais de no mínimo 30%. Ainda não há clima, hoje, para uma greve geral, mas, quando os trabalhadores perceberem que estão perdendo com o plano, aí sim haverá condições” (O Estado de S. Paulo, 15.1.1994).

“O Plano Real tem cheiro de estelionato eleitoral” (O Estado de S. Paulo, 6.7.1994).

Guido Mantega
“Existem alternativas mais eficientes de combate à inflação (…) É fácil perceber por que essa estratégia neoliberal de controle da inflação, além de ser burra e ineficiente, é socialmente perversa” (Folha de S. Paulo, 16. 8.1994).

Marco Aurélio Garcia
“O Plano Real é como um “relógio Rolex, destes que se compra no Paraguai e têm corda para um dia só (…) a corda poderá durar até o dia 3 de outubro, data do primeiro turno das eleições, ou talvez, se houver segundo turno, até novembro” (O Estado de S. Paulo, 7.7.1994).

Gilberto Carvalho
“Não é possível que os brasileiros se deixem enganar por esse golpe viciado que as elites aplicam, na forma de um novo plano econômico” (“O Milagre do Real”, de Neuto Fausto de Conto).

Aloizio Mercadante
“O Plano Real não vai superar a crise do país (…) O PT não aderiu ao plano por profundas discordâncias com a concepção neoliberal que o inspira” (“O Milagre do Real”, de Neuto Fausto de Conto)

Vicentinho, atual líder do PT na Câmara dos Deputados
“O Plano Real só traz mais arrocho salarial e desemprego” (“O Milagre do Real”).

Maria da Conceição Tavares
“O plano real foi feito para os que têm a riqueza do País, especialmente o sistema financeiro” (Jornal da Tarde, 2.3.1994).

Paul Singer
“Haverá inflação em reais, mesmo que o equilíbrio fiscal esteja assegurado, simplesmente porque as disputas distributivas entre setores empresariais, basicamente sobre juros embutidos em preços pagos a prazo, transmitirão pressões inflacionárias da moeda velha à nova” (Jornal do Brasil, 11.3.1994).

“O Plano Real é um arrocho salarial imenso, uma perda sensível do poder aquisitivo de quem vive do próprio trabalho” (Folha de S.Paulo, 24.7.1994).

Gilberto Dimenstein
“O Plano Real não passa de um remendo” (Folha de S.Paulo, 31. 7.1994 ).