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quarta-feira, 2 de julho de 2014

22 Orkutices que você já fez


#1 Começou depoimentos com "O que falar dessa pessoinha..."

#2 Checava quais de seus amigos eram seus fãs

#3 Quebrava a cabeça para escolher apenas 12 fotos para postar

#4 Deixou algum amigo preencher seu perfil com "Fulano invadindo aqui..."

#5 Comemorava ao aumentar número de scraps (depois a moda era apagar)

#6 Entrou na comunidade "A gente se fode, mas se diverte"

#7 Mandou depoimentos para não aceitar (e algumas pessoas aceitavam mesmo assim)

#8 Preencheu o perfil todo até a parte de "Gosto de animais de estimação"

#9 Criou uma comunidade para algum amigo "Amo/conheço/adoro/sou Fulano"

#10 Escreveu no perfil que "só add conhecidos com scrap"

#11 Começou a namorar e esperou o namorado (a) mudar o status para namorando

#12 Acreditou que era 90% sexy, 80% legal e 90% confiável

#13 Escreveu em itálico e negrito

#14 Colocou trecho de uma música do momento no "Quem sou eu"

#15 Mentiu a idade para poder acessar a conta, que era permitida para maiores de 18

#16 Comemorou quando recebeu o convite para criar a conta, e depois para o orkut novo, MUITO VIP

#17 Ficou se achando quando uma foto teve mais de 20 comentários

#18 Acreditou na sorte de hoje

#19 Recebeu ou enviou scraps dizendo "Retribuindo a visitinha"

#20 Desativou os visitantes recentes só pra poder fuçar todo mundo sem culpa

#21 Brincou no Buddy Poke

#22 Achava o N do orkut duvidoso

segunda-feira, 30 de junho de 2014

25 curiosidades sobre o seriado Chaves e seus atores


1. No dia 20 de junho de 1971 foi ao ar o primeiro episódio de Chaves, no México. Nesta época, Chaves era apenas um quadro do programa ‘Chespirito’.

2. Em 1974, Maria Antonieta de las Nieves, que interpretava Chiquinha, teve que se afastar do seriado, porque estava grávida. Na trama, foi inventada a desculpa que a personagem tinha ido morar com tias no interior.

3. No início da série, os personagens não tinham suas características clássicas. Seu Madruga não era pai da Chiquinha. Ele morava na casa da Dona Florinda e vendia balões. O sr. Barriga não era dono da vila, era apenas zelador e Dona Florinda não usava bóbis.

4. No fim de 1978, Carlos Villagrán, que vivia Quico, decidiu sair do elenco para ser astro de seriado na Venezuela. Os últimos episódios com o personagem são os da viagem a Acapulco.



sábado, 31 de maio de 2014

Há 25 anos o Brasil vencia sua primeira Indy 500

Disputada desde 1911, as 500 Milhas de Indianápolis, ao lado do GP de Mônaco e das 24 Horas de Le Mans, fazem parte da chamada Tríplice Coroa do automobilismo mundial. No dia 28 de maio de 2014 comemorou-se os 25 anos da primeira vitória brasileira na tradicionalíssima corrida.


Em 1989, correndo com chassis Penske, mas pela pequena equipe Patrick, o bicampeão mundial de Fórmula 1, Emerson Fittipaldi, conquistou de forma dramática sua primeira de duas vitórias na Indy 500.

Largando em terceiro lugar na primeira fila (na Indy 500 cada fila do grid é composta por três carros) ao lado dos dois últimos vencedores, os estadunidenses Al Unser e Rick Mears, ambos da fortíssima Equipe Penske, "O Rato" provavelmente não imaginava que seu maior problema sairia da oitava posição e seria um piloto que até então nunca havia vencido uma corrida em ovais.

De baixo para cima: Mears, Unser e Fittipaldi

Contudo, Al Unser Jr. se mostrou um feroz adversário. Durante toda a corrida ambos estiveram mais velozes, chegando ao ponto de colocarem cinco voltas no terceiro colocado, o também brasileiro Raul Boesel. A briga pela vitória, que contava ainda com Al Unser, Rick Mears, Michael Andretti e Mario Andretti, ficou polarizada após o abandono dos três primeiros e problemas do quarto

Emerson dominava as ações, mas no último pit sua equipe errou no cálculo do combustível e seu carro ficou mais pesado do que deveria permitindo a aproximação de "Little Al". Faltando duas voltas para o fim, Emerson tenta recuperar a liderança. coloca por dentro, mas Al Unser Jr. também segue o mesmo trajeto e os dois colidem. O brasileiro consegue controlar o carro, mas o estadunidense se choca contra o muro. Devido a enorme vantagem Al Unser Jr. ainda consegue chegar em segundo.


Foi apenas a segunda vitória de Emerson Fittipaldi em um circuito oval. Ao final da temporada, ele se sagraria ainda o campeão, tornando-se o primeiro piloto de fora dos Estados Unidos a ser campeão mundial de Fórmula Indy.



Futebol Nostálgico

segunda-feira, 7 de abril de 2014

10 coisas comuns nos anos 90

O que era tão comum nos 90 e hoje praticamente não existe? Com o avanço da tecnologia muitas coisas desaparecem ao passar do tempo. Alguns dos itens abaixo remontam inclusive os anos 80. Se lembra deles???

Não? Então fique ligado e conheça, ou RELEMBRE, alguns!!!

1. Você assistia filmes em fita VHS



terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Acredite, a TV aberta já foi legal!

Sim, meus caros amigos, vez ou outra me bate um momento nostálgico. A TV aberta era bem diferente do que é hoje. Hoje em dia infelizmente só vemos porcarias na TV, como Sônia Abrão, João Kleber, Funk, Sertanojo Universitário e esses tipos de besteiras. Mas a era de ouro nem foi há muito tempo, pois há alguns anos atrás podíamos acordar e assistir...

TV Colosso (1993-1997)

Esse programa ocupou as manhãs da Globo por 4 anos, quando saiu do ar para dar espaço ao programa da Angélica. TV Colosso tinha tudo que uma criança da época poderia querer. Eu tinha 12 anos na época da estreia, mas acredite, diferentemente de hoje, uma pessoa de 12 anos naquele tempo ainda era uma criança. Portanto eu ainda brincava e assistia a programas infantis. O programa tinha desde paródias televisivas super divertidas, protagonizadas pelos cães do programa, que na sua maioria eram marionetes, até os desenhos clássicos que todos adoravam. Dentre esses desenhos, posso citar os clássicos: As Tartarugas Ninja, Caverna do Dragão, Os ursinhos Gummy, He-Man, Nick e Neck, Smurfs, Onde Está Wally, Grump-O Feiticeiro Trapalhão, Super Mario Bros, X-Men, A vida moderna de Rocko, Spiff e Hércules (o meu predileto) e até mesmo Os Simpsons! TV Colosso era bom demais! Dava pra passar a manhã toda em frente a TV tomando um achocolatado gelado e comendo um pacote de biscoitos. Hoje uma criança que liga a TV no mesmo horário acaba tendo um "Encontro" com Fátima Bernardes.



terça-feira, 21 de maio de 2013

Quando o mito Ali esteve no Brasil nos anos 80

A distância entre o hotel Slaviero Palace Hotel, no Centro de Curitiba, até o Teatro Guaíra não chega a 1,3 km. A pé, passando pela Boca Maldita e a Rua XV de Novembro, são apenas 15 minutos de caminhada em condições normais. No dia 28 de abril de 1987, um senhor de 45 anos completou o trajeto em bem mais de uma hora, com passo tranquilo, paradas para engraxar os sapatos e fazer imagens do prédio histórico da UFPR. Também tirou fotos com os curiosos mais atentos e crianças, é verdade, mas por pouco não passou despercebido pela multidão.

“O pessoal passava, olhava para a cara dele e não acreditava”, relembra Ru­­bens Maluf Dabul, 71 anos, que acompanhou o inusitado passeio.

O visitante era Muham­­mad Ali. E essa não foi a única vez que o maior boxeador de todos os tempos, batizado Cassius Marcellus Clay Jr, andou pelas calçadas de petit pavet da capital paranaense. Durante as três semanas que passou na cidade 26 anos atrás, o peso-pesado mais condecorado da história saía frequentemente do hotel onde se hospedou para bater perna ao lado de uma intérprete.

Comprou roupas em uma loja na Praça Osório. Foi ao Parque Barigui e a Santa Fe­­licidade. Conversou com engraxates sobre os produtos que eles utilizavam para limpar calçados – o americano tinha uma empresa que fabricava pasta para limpeza.

Também fazia mágica para crianças e almoçava quase que diariamente o mesmo que os operários da fábrica que o trouxe ao Brasil. “Ele adorava”, atesta Maluf.

Ali chegou ao Brasil justamente por intermédio de Rubens Maluf, empresário que trouxe para Curitiba a montadora de carros Puma no fim de 1986. Kevin Hai­­nes, representante da marca em Houston (EUA), convenceu o advogado do boxeador – e fã do modelo produzido no Brasil –, Richard Hirschfeld, a visitar o Paraná para negociar.

Então aposentado há seis anos (e talvez apenas menos conhecido no mundo esportivo do que Pelé) e com condição financeira para investir alto, o boxeador desembarcou na cidade com um engenheiro e um consultor, além do advogado e amigo.

Ao todo, foram produzidos três modelos do Puma Al Fassi by Muhammad Ali. Um era todo fechado, outro tinha a capota conversível, e o último, mais caro, apresentava acabamento sofisticado, com bancos brancos e vermelhos e aparência mais esportiva.

Fecharam um negócio de US$ 36 milhões por 1.440 unidades, que mais tarde seriam completadas nos EUA com motores e caixas de câmbio de Porsche 911. Os veículos foram vendidos na Arábia Saudita, país cujo príncipe era amigo do pugilista.

“A negociação era com o consultor. Ele [Ali] ficava na linha de produção o dia todo, brincando com os trabalhadores e fazendo mágicas”, diz o empresário, que menos de um ano depois vendeu a fábrica.

Durante sua estada em Curitiba, o boxeador mostrou-se uma pessoa com personalidade dupla. Em frente às câmeras e jornalistas quem dava as caras era Muhammad Ali, o personagem. Vestia terno, quase sempre escuro, falava pouco e, principalmente, não sorria.

Nos bastidores, o verdadeiro Ali aparecia. “Vestia bermuda e chinelo. Era brincalhão. Aprendeu até os palavrões da linha de montagem”, diverte-se Maluf.

O mal de Parkinson, doença que o debilitou, ainda estava em fase inicial. “Ele tinha uns ataquezinhos, mas os ataques de malandragem eram muito superiores”, brinca.

São raros os que se recordam da vinda de Ali a Curitiba. O aposentado Arthur Theophilo de Castro, de 82 anos, viu a cena de longe. Ele era o proprietário do Ginásio Paranaense de Pesos e Halteres, que ficava bem em frente à Boca Maldita.

“Olhei lá de cima, mas não cheguei a descer. Foi meio de surpresa”, fala Castro, que conta que um amigo fez até sombra com o lutador no calçadão.

De supetão também foi o encontro do colunista da Gazeta do Povo Edson Militão com o esportista. “Foi uma surpresa muito grande para todo mundo. Não foi anunciado que ele estaria lá. Foi absolutamente casual e olha que sou jornalista”, diz o jornalista, que depois compareceu à coletiva de imprensa da lenda do boxe no hotel Slaviero. “Foi inusitado. Parecia a coisa mais normal do mundo ver Muhammad Ali andando na Boca Maldita”, fala o fotógrafo João Bruschz, um dos poucos que registrou o momento, a serviço do extinto jornal O Estado do Paraná.

Em duas tardes percor­­rendo a Rua XV de No­­vem­­bro, a reportagem procurou, sem sucesso, personagens que se recordassem e/ou tivessem tido algum contato com o americano.

Uma história do tempo em que Curitiba virou o ringue particular do maior de todos, mas quase se perdeu .


  Fonte: Gazeta do Povo.

sábado, 30 de março de 2013

Player

Bom dia nobres amigos!

Ultimamente eu vinha sendo muito cobrado acerca da não atualização de nosso player flashback. Para quem não conhece, na barra lateral, vocês podem acessar um player com algumas canções, principalmente dos anos 80, especialmente selecionadas por mim para vosso entretenimento.

Pois bem, finalmente encontrei um player que está de acordo com nossa necessidade.

Para celebrar, adicionei seis novas canções. Além de Push it to the Limit de Paul Engemann, trilha sonora de Scarface, Like a Child de Noel, Head Over Heels do Tears for Fears e Only Human, também do Tears for Fears, entraram no player:

Eddy Huntington - U.S.S.R.



The Human League - Human


sábado, 26 de janeiro de 2013

Trilha sonora de filmes dos Anos 80 - Scarface

Scarface, filme dirigido por Brian de Palma,  e lançado em 1983, é um dos filmes mais controversos de todos os tempos. Pela sinopse, quem não assistiu entenderá porque. Basicamente o filme conta a história de um criminoso cubano exilado (Al Pacino) vai para Miami e em pouco tempo está trabalhando para um chefão das drogas. Sua ascensão na quadrilha é meteórica, mas quando ele começa a sentir interesse na amante do chefe (Michelle Pfeiffer) este manda matá-lo. No entanto ele escapa do atentado, mata o mandante do crime, fica com a amante dele - mas simultaneamente sente desejos incestuosos por sua irmã (Mary Elizabeth Mastrantonio) - e assume o controle da quadrilha. Em pouco tempo ele ganha mais dinheiro do que jamais sonhou. No entanto ele está na mira dos agentes federais, que o pegam quando ele está "trocando" dinheiro. Mas seu problema pode ser resolvido se ele fizer um "serviço" em Nova York para um grande traficante e pessoas influentes, que podem manipular o poder para ajudá-lo. Porém, a missão toma um rumo inesperado quando, para concretizá-la, ele precisa matar crianças. 

A trilha sonora é liderada pelo hit "Push it to the Limit" interpretado por Paul Engemann, músico que mais tarde integrou o Animotion. Cinco das canções do filme podem ser encontradas na rádio fictícia Flashback 95.6 do jogo GTA III.

Trailer




Scarface Main Theme - Giorgio Moroder





Quanto custariam os vídeo-games antigos atualmente?

Ultimamente temos falado apenas de assuntos pesados aqui no blog, portanto, vamos dar uma descontraída. Encontrei essa postagem no blog Nerd Talk e resolvi compartilhar com vocês.

 
Altos preços de lançamentos dos videogames impressionam jogadores, como o PlayStation 3, anunciado a US$ 599,99 (R$ 1200, sem impostos), e o mais recente Nintendo Wii U, que será lançado por US$ 349,99 (R$ 700, sem impostos). Porém, nos esquecemos o quanto os antigos consoles custavam. Historicamente, sabemos os valores que tinham ao serem lançados na época, mas quanto custariam ajustados à inflação? Qual era realmente o preço deles dentro da realidade econômica que existia quando foram anunciados?

O estudo foi feito pelo professor assistente de matemática da Universidade do Tennessee, Matt Matthews, levando em consideração a inflação nos Estados Unidos e o poder de compra na época em que cada um dos videogames foi lançado. Descobrimos então que muitos deles eram tão caros quanto os atuais e que alguns possuíam valores irreais.

Por exemplo, em 1977, o Atari foi lançado por US$ 200 (R$ 400), sendo que, em sua época, US$ 200 comprariam o equivalente a US$ 720 (R$ 1.440) em outros tipos de bens. Já o Super Nintendo, por esses mesmos US$ 200, compraria apenas US$ 336 (R$ 672). Por sua vez, os velhos NeoGeo e 3DO continuariam dando sustos nos dias de hoje, desde a época de seu lançamento, quando ainda custavam US$ 650 (R$ 1.300) e US$ 700 (R$ 1.400), respectivamente. 

 

domingo, 19 de agosto de 2012

O que aconteceu nos anos 80?

Pessoal, achei no Youtube esse material fantástico! De acordo com a descrição, trata-se de uma retrospectiva da década de 80 apresentada em um Globo Repórter em dezembro de 1989 por Celso Freitas.

Está dividida em 14 partes e vale a pena assistir a todas. Saiba em detalhes tudo que foi notícia nos anos 80. Sintam quão intensa foi essa década, nas coisas boas e ruins, e entendam porque até hoje ela é assunto não só para quem viveu, mas para quem é aficionados em História.

Abaixo, eu coloquei a primeira parte. Infelizmente, a segunda por falar sobre as Copas do Mundo foi bloqueado pela FIFA, mas as outras estão ok. Elas estão aqui.


terça-feira, 31 de julho de 2012

7 coisas que perdemos com a internet

Locadoras: Antes da popularização da internet com alta velocidade, as locadoras eram empreendimentos muito rentáveis. Entretanto, ao que tudo indica, a próxima geração talvez nem conheça esse tipo de estabelecimento. A facilidade com que é possível adquirir filmes atualmente (infelizmente a maioria delas por meios ilícitos) faz com que as locadoras tornem-se locais inúteis para os navegantes da web. Até a Blockbuster, pioneira no ramo há 25 anos, que chegou a possuir mais de 3 mil unidades espalhadas pelo mundo, já fechou as portas. Nem os heróis hollywoodianos, como Super-Homem, Batman, Homem de Ferro e Hulk puderam conter a força destrutiva da internet!



CDs e DVDs: Os LPs e disquetes já foram, então não se surpreenda se algum dia seu neto parar na sua frente e perguntar: “Vovô, o que é esse treco redondo com um furo no meio? Que coisa mais estranha, para que serve esse troço?”. Os bons e velhos CDs e DVDs, companheiros de tantos backups e formatações, têm seus dias contados. O aumento da capacidade de armazenamento dos pendrives, a baixa nos preços dos HD externos (aliados ao aumento de velocidade de transmissão de dados por meio da tecnologia USB 3.0) e as conexões de internet cada vez mais rápidas permitem que os usuários tenham dispositivos mais práticos, eficientes e seguros que as ultrapassadas mídias óticas.



Listas telefônicas: Você já segurou uma lista telefônica? O que para nós foi algo bem comum até alguns anos atrás será totalmente dispensável. Basta abrirmos nossos revolucionários telefones sábios e falar para onde queremos ir. A tendência é que as clássicas páginas amarelinhas das cabines telefônicas sumam do mapa!



 

Cartas à mão: Quando as mensagens eletrônicas surgiram, muitos não acreditaram que aquela forma fria de transmitir ideias, sentimentos e informações ocuparia lugar da prazerosa carta manuscrita. O hábito de transcender linhas, mudar a letra para destacar um trecho do conteúdo e enfeitar o envelope com desenhos e dobraduras foi deixado de lado, um golpe fatal para os poetas e românticos. Hoje, podemos afirmar que o ato de elaborar uma carta não passa de nostalgia. Pode até parecer exagero da nossa parte, mas responda: há quanto tempo você não escreve uma carta de próprio punho?



Atlas geográfico:
O que pensariam os antigos explorados portugueses ao chegarem ao Brasil se tivessem o Google Maps acessível em uma tela de 3 polegadas com todo o território brazuca mapeado? Obviamente, esta pergunta é apenas uma suposição, mas se pararmos para analisar, a história do nosso país poderia ser totalmente diferente se um smartphone caísse nas mãos dos comandados de Cabral. Se é possível colocar toda a geografia do planeta dentro de um aparelho minúsculo, até onde podemos chegar? Os mapas em folhas de papel e os atlas geográficos são mais uma vítima desta máquina de matar chamada internet.



Álbum de fotos:
Você leva sua namorada para conhecer seus pais. A primeira coisa que sua mãe faz é pegar os álbuns de fotos na caixa cheia de pó guardada em cima do guarda-roupa para mostrar à nora. É hora de passar horas tendo boas lembranças e, algumas vezes, vergonha. Se você ainda não passou por isso, não se preocupe. Sua mãe não vai pegar o velho álbum, mas vai poder mandar suas fotos de criança em um arquivo PPT, com uma bela música de fundo, por email para sua futura esposa antes mesmo de conhecê-la. Viva o advento da internet... Ou não!



Paquera "olho no olho":
O ar do romantismo está acabando e as relações entre as pessoas ficam a cada dia mais “virtuais”. Os jovens esqueceram como paquerar “olho no olho” ou inventar uma desculpa para começar aquela conversa marota. Temos que convir que encontrar um texto pronto na internet e deixá-lo como recado na rede social da amada é mais fácil. A internet deu um beijo gélido no romantismo, sepultando-o nos versos de livros de poesia largados na estante.


Adaptado de Puxando a Palha

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Top 30 temas de séries antigas - Parte III

Partes I, II e III


Peter Gunn (1958 - 1961) - Composto por: Henry Mancini

Abertura


Tema completo



Top 30 temas de séries antigas - Parte II

Partes I, II e III


Missão Impossível (1966 - 1973) - Composto por: Lalo Schifrin



Top 30 temas de séries antigas - Parte I

Partes I, II e III.

Dividirei esta postagem em três partes porque como ela contará basicamente com vídeos, creio que concentrá-la em apenas uma a deixaria muito pesada.

A ordem não reflete necessariamente um ranqueamento, apenas postei na medida em que fui me lembrando.

Alguns temas tenho certeza que se lembrarão de já terem escutado, mesmo que não tenham assistido a série.

E então tirariam alguma da lista e incluiriam outra?

Profissão Perigo - MacGyver (1980 - 1990) - Composto por: Randy Edelman



sábado, 30 de junho de 2012

Relembrando a Copa de 1994 - Parte VII (Final)

Partes I, II, III, IV, V, VI e VII (Final).

Brasil e Holanda jogaram as quartas-de-finais com seus segundos uniformes. Brasil de camisas azuis, calções brancos e meiões azuis e Holanda de camisas brancas, belos calções laranjas e meiões brancos. Primeiro tempo, 0 x 0. As fortes emoções estavam todas guardadas para o segundo. Brasil 2 x 0. Um de Romário aproveitando cruzamento de Bebeto e outro do próprio Bebeto após driblar o goleiro. Este gol foi o famoso da comemoração que o mundo não entendeu. Alguns meios de comunicação internacionais disseram que ele estava menosprezando a Holanda, outros que era um passo de samba. Como todos sabem, ele só estava comemorando o nascimento do filho.


Relembrando a Copa de 1994 - Parte VI

Partes I, II, III, IV, V, VI e VII (Final).

Finalmente chegamos às oitavas de final. Assisti a todos os 8 jogos e guardo lembranças da maioria.

O primeiro jogo desta fase foi um jogão. Alemanha 3 x 2 Bélgica. O início da partida foi demais, com três gols logo de cara. A Bélgica foi prejudicada nesta partida pela arbitragem em um erro crasso. Não me lembro ao certo, mas sei que o resultado dos 90 minutos deveria ter sido 3 x 3 ou a Alemanha marcou um gol irregular. Não sei ao certo. A Bélgica fez o segundo gol nos últimos minutos e é claro para mim a corrida do goleiro Preud'homme em direção a área alemã em um escanteio favorável aos belgas no final do jogo.

Postarei dois vídeos sobre esta partida. 



No mesmo dia tivemos Espanha 3 x 0 Suíça.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Relembrando a Copa de 1994 - Parte V

Partes I, II, III, IV, V, VI e VII (Final).

Chegamos então ao grupo da Argentina e aos jogos do Brasil. Gostaria de ser menos prolixo, mas como eu disse antes, as minhas lembranças sobre esta copa são tantas e prefiro detalhá-las ao máximo.

A Grécia fazia sua estréia em copas e logo de cara pegaram a Argentina. Assisti ao jogo e me lembro do baile dos hermanos. 4 x 0 com direito ao golaço do Maradona e a comemoração em forma de desabafo do mesmo, que havia passado os últimos anos envolvido com drogas. Se não me engano, foi o último gol do craque argentino com a camisa da seleção.


quarta-feira, 20 de junho de 2012

Relembrando a Copa de 1994 - Parte IV

Partes I, II, III, IV, V, VI e VII (Final).

Quando iniciei este projeto pensei em finalizá-lo em quatro partes. Contudo, a medida que ele foi se concretizando, percebi que minhas lembranças sobre esta copa eram tantas que era impossível concluí-lo desta maneira.

Tinha 13 anos. Na anterior eu estava com 9, apesar de ter grandes lembranças de 1990, a de 1994 foi especial pois nela eu vi o Brasil ser campeão mundial pela primeira vez e porque pelo horário da escola, pude acompanhar em maiores detalhes.

Além dos jogos do primeiro dia, o grupo da Alemanha foi responsável por outro grande jogo, Alemanha 3 x 2 Coréia do Sul. Os coreanos com sua velocidade conseguiram causar grandes emoções. O empate com a Espanha depois de estar perdendo por 2 x 0 e o sufoco nos alemães. 


segunda-feira, 18 de junho de 2012

A inspiração para o tema de abertura de Armação Ilimitada

Uma das coisas mais marcantes na série dos anos 80 Armação Ilimitada e que mais se mantem na memória dos fãs é o tema de abertura.

Um riff de guitarra bem oitentista. O que talvez nem todos saibam é que o tema composto por Ari Mendes tem boa parte de sua estrutura baseada no principal riff da música "Say what you will" da banda de Hard Rock "Fastway". 



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