quinta-feira, 14 de março de 2013

Cidades brasileiras com nomes bem curiosos

Anta Gorda (RS)
Com cerca de 6 mil habitantes, o pequeno município do interior gaúcho ganhou esse nome oficialmente no começo do século passado, por estar localizado em uma região onde antes eram caçados animais selvagens. Além disso, reza a lenda que um bravo caçador conseguiu capturar ali uma anta muito gorda. Resultado: a história ganhou fama, e o bicho virou o nome da cidade.

Feliz Natal (MT)
A forte chuva daquele final de ano em 1978 inundou o rio da região e impediu que funcionários de uma agropecuária voltassem a Sinop. Depois de alguns dias de viagem, o grupo viu que não conseguiria chegar ao seu destino a tempo de participar da ceia com os familiares, e acabaram desejando “feliz natal” uns os outros ali mesmo, na estrada alagada. E assim batizaram o rio que, posteriormente, deu nome à cidadezinha vizinha.

Lagoa do Carro (PE)
Um carro naufragado na lagoa da região foi o responsável pelo atual nome desta cidadezinha, localizada a apenas 50 quilômetros da capital pernambucana. Mas não é por isso que não se recomenda ir de carro a Lagoa do Carro. É porque o município é famoso por sua cachaça. E se você for lá provar os mais de 11 mil exemplares da bebida, não vai dar pra voltar dirigindo, né?

Não-me-toque (RS)
“Não me toque nestas terras”, dizia um fazendeiro português que vivia na região hoje chamada Não-me-toque. Esta é apenas uma das lendas sobre a origem desse nome datado de 1973. Outra explicação é uma referência à planta cheia de espinhos, presente no local e que, como dá para imaginar, é melhor ficar longe.

Xique-xique (BA)
Pode tirar da cabeça a Severina Xique-xique de Genival Lacerda (aquela do “ele tá de olho é na butique dela”). Com mais 50 mil quilômetros quadrados de território e cerca de 45 mil habitantes, esse quente município do interior baiano é cercado pela vegetação típica da região, a caatinga. O nome da cidade, portanto, nasceu da grande quantidade de cactos xique-xique encontrada pelos primeiros povoadores.

Passa Tempo (MG)
Conhecida como “cidade aconchego”, a pacata Passa Tempo está a poucos quilômetros das cidades históricas de Tiradentes e São João del Rei, em Minas Gerais. Com pouco mais de 8 mil habitantes, o local era um ponto de descanso para os primeiros viajantes que passaram pela região, que aproveitavam para “passar o tempo” em meio àquela bela paisagem. Com o “passar de tanto tempo”, a expressão pegou e transformou-se no nome da cidade.

Lagoa da Confusão (TO)
Criada em 1989, Lagoa da Confusão ocupa uma área de mais de 10 mil quilômetros quadrados e fica a cerca de 200 quilômetros de distância da capital do estado, Palmas. A cidade ganhou esse nome em referência à dificuldade encontrada pelos primeiros habitantes que tentaram chegar até a bendita lagoa, protegida por serras e pântanos. Como o caminho até lá era muito árduo, só mesmo depois de muita confusão para chegar ao almejado destino.

Jardim de Piranhas (RN)
Perto da fronteira com a Paraíba, a cidade de Jardim de Piranhas tem cerca de 13 mil habitantes e é cortada pelo Rio Piranhas, que entra no Rio Grande do Norte a partir dela. Conhecida pela fabricação de redes e panos de prato, o local também tem um animado carnaval, que atrai piranhas, quer dizer, foliões de toda a região.

Espera Feliz (MG)
Quem mora nesta pequena cidade mineira esperou por 10 anos até a definição do nome atual. Em uma área de apenas 317 quilômetros quadrados, Espera Feliz é habitada por pouco mais de 22 mil pessoas, e a origem de seu nome remonta ao início do século passado. Em 1910, em comemoração à criação de sua ferroviária, o então povoado recebeu o nome de Feliz Espera, trocado anos depois para Ligação, voltando para a antiga nomeação e finalmente passando-se a chamar Espera Feliz na década de 1920.

Brejo Santo (CE)
Por aqui, a vaca vai pro brejo literalmente. Localizada no interior cearense, a pequena cidade é conhecida por seu clima árido de altas temperaturas, com uma média de 24º a 26º C. Com um famoso bloco carnavalesco – o Cabeção – tradicional na região e fundado na década de 1960, Brejo Santo foi erguida na área onde a primeira habitante foi um corajosa fazendeira, da qual não se sabe o verdadeiro nome.

Fonte: Central Turismos

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